<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[Newton Calegari]]></title><description><![CDATA[💻 Product Manager | 📚 CS & Design Professor]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/</link><image><url>https://newtoncalegari.com.br/newton.png</url><title>Newton Calegari</title><link>https://newtoncalegari.com.br/</link></image><generator>GatsbyJS</generator><lastBuildDate>Tue, 16 Mar 2021 14:54:45 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://newtoncalegari.com.br/rss" rel="self" type="application/rss+xml"/><language><![CDATA[pt-BR]]></language><webMaster><![CDATA[https://newtoncalegari.com.br/]]></webMaster><item><title><![CDATA[Conhecendo o débito técnico no desenvolvimento de produtos]]></title><description><![CDATA[O débito técnico surge no contexto do desenvolvimento de produtos como resultado do trade-off entre o curto e o longo prazo.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/debito-tecnico-no-desenvolvimento-de-produtos/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/debito-tecnico-no-desenvolvimento-de-produtos/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 16 Mar 2021 10:30:20 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;O débito técnico no desenvolvimento de produtos acontece quando tomamos decisões priorizando a velocidade da implementação em detrimento de escolhas arquiteturais que resolvam o problema por completo. Geralmente é resultado da implementação de correções rápidas e momentâneas, sem considerar uma solução mais adequada para o longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O débito técnico possui dois fatores que impactam diretamente o negócio: custo e risco.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Em termos de custo, qual é o custo para a organização ao manter o débito técnico?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Quanto ao risco, quais são as chances de que esse débito técnico atual se transforme em um problema maior no futuro, exigindo maior atenção e esforço para resolvê-lo?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Um componente de um produto que possui débito técnico pode trazer complexidade extra, dificultando, assim, sua manutenção ou melhoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de débito técnico apareceu pela primeira vez em um &lt;a href=&quot;https://dl.acm.org/doi/10.1145/157710.157715&quot;&gt;artigo publicado em 1992&lt;/a&gt; por Ward Cunningham na conferência OOPSLA’92 sobre engenharia de software.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste paper Cunningham escreveu a respeito de um sistema chamado &lt;em&gt;WyCash&lt;/em&gt;, utilizado para gerenciamento de portfólios de investimento. O que talvez tenha facilitado a construção da metáfora com o débito financeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como em um empréstimo nós precisamos pagar juros sobre o principal, quando optamos por uma solução rápida ou temporária a nível de software, nós também pagamos juros sobre essa decisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2003, pouco mais de uma década após o paper de Cunningham, Martin Fowler, referência na área de engenharia de software, descreveu débito da seguinte maneira:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Doing things the quick and dirty way sets us up with a technical debt, which is similar to a financial debt. Like a financial debt, the technical debt incurs interest payments, which come in the form of the extra effort that we have to do in future development because of the quick and dirty design choice&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Em uma adaptação livre para português, seria algo como:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Fazer coisas de maneira “rápida e suja” vai gerar débito técnico, que é similar ao débito financeiro. Do mesmo modo que um débito financeiro, o débito técnico está sujeito ao pagamento de juros, que vem na forma de esforço extra que nós temos que fazer no futuro por causa de uma decisão arquitetural “rápida e suja”.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Fowler ainda provoca dizendo que podemos escolher entre continuar pagando esses juros ou pagar todo o valor por meio da &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Refatora%C3%A7%C3%A3o&quot;&gt;refatoração&lt;/a&gt; do componente que causou débito técnico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O impacto do débito técnico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nosso papel como gerentes de produtos é identificar maneiras de adicionar ou ampliar o valor dos nossos produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sugestão de refatoração, apesar de contribuir para pagar o débito técnico, pode não se encaixar no nosso fluxo de desenvolvimento de produtos pois as atividades de revisão e reescrita de código dificilmente propõem novo valor imediato para os usuários. Essas atividades são encaradas como pagamentos de juros de uma dívida iniciada a partir de uma escolha arquitetural que se mostrou inadequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É neste momento que começa a surgir um conflito no processo de gerenciamento de produtos: se por um lado contrair dívidas técnicas trará melhorias rápidas e valor imediato para os usuários; por outro lado, esse débito pode crescer e dificultar a implementação de melhorias no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Nós, como gerentes de produtos, devemos avaliar o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Trade-off&quot;&gt;trade-off&lt;/a&gt; entre o valor presente e o futuro.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Introduzir muito débito técnico, com o objetivo de priorizar funcionalidades que tragam valor imediato, traz um risco que pode vir a comprometer a viabilidade do produto a longo prazo, tornando-o um artefato cada vez mais complexo e exigindo esforços ainda maiores para refatoração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contrapartida, focar em manter a qualidade do software impecável pode postergar a entrega de valor de um produto e comprometer sua sobrevivência no mercado em que está inserido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não são decisões simples, tampouco fáceis de serem tomadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É comum empresas contraírem dívidas financeiras para viabilizar a execução de projetos buscando um retorno (&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_o_investimento&quot;&gt;ROI&lt;/a&gt;) positivo no futuro. Da mesma forma, é normal aceitarmos débito técnico, desde que mantido sob controle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um risco que faz parte do jogo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;A visibilidade do débito técnico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Por ser naturalmente um assunto mais próximo dos times de engenharia, o conhecimento e controle sobre débito técnico acontece localmente, a nível de time.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que facilita sua percepção em ambientes mais próximos da execução e mais distantes do nível estratégico, tornando-o invisível para organização e acarretando em dificuldades para conquistar &lt;em&gt;buy-in&lt;/em&gt; de stakeholders importantes para o pagamento dessa dívida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabendo que o débito técnico pode impactar negativamente o negócio no longo prazo, cabe à pessoa no papel de gerente de produtos traduzir de maneira acessível este assunto para as pessoas que estão no nível de negócio.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Lidando com débito técnico no dia a dia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Saber o que impactará a curto, médio e a longo prazo faz diferença na priorização e gerenciamento da evolução do produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não podemos nos isentar da responsabilidade pelo surgimento de débito técnico nos nossos produtos. Geralmente surge como resultado da priorização de uma solução imediata, em alguns casos paliativa, em detrimento de uma solução que melhor atende aos &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Requisito_n%C3%A3o_funcional&quot;&gt;requisitos não funcionais&lt;/a&gt; ou arquiteturais do software.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aparecimento de débito técnico é inevitável justamente por resultar do trade-off entre o curto e o longo prazo. Contudo, quanto maior o nível de incerteza em relação a uma funcionalidade, maiores podem ser os juros sobre a dívida técnica a serem pagos no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo é saber da possível existência de débito técnico, isso permitirá que o time tenha consciência de que algumas implementações poderão contribuir para essa dívida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ter dimensão do débito técnico podemos adotar uma estratégia simples: a identificação de itens do backlog que podem gerar débito técnico. Por meio da utilização de uma tag ou alguma outra marcação podemos identificar aquele item como resultado ou causa de débito técnico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta marcação explícita nos permite buscar facilmente itens que podem ser otimizados e melhorados a fim de pagar, aos poucos, parcelas da dívida técnica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabemos que o débito aparecerá até mesmo nos melhores times, então para trazer entender o que possivelmente originou esse débito, nós podemos utilizar a &lt;a href=&quot;https://martinfowler.com/bliki/TechnicalDebtQuadrant.html&quot;&gt;matriz&lt;/a&gt; de &lt;a href=&quot;https://agilemomentum.wordpress.com/2016/12/05/1288/&quot;&gt;débitos técnicos&lt;/a&gt;, dividida em 4 quadrantes que podem dar pistas sobre a origem do débito técnico: imprudente ou prudente, e deliberado ou inadvertido. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/49ee2/matriz-debito-tecnico.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 960px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 71.25%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAAOCAYAAAAvxDzwAAAACXBIWXMAABYlAAAWJQFJUiTwAAABNElEQVQ4y4VTya6EMAzj/7+N29xYhcQixL5vh4wcyajDA97BNEpTx3WDNc+zFEUheZ5LXde6ZlkmVVVpjL2+72WaJhnHUYH4CdayLJIkiXieJ3EcSxRF4jiO5sIwFNd1lRyNTcIncgtJkK7req7btmm877scx6E5ECJH4keFZjdiGAbdTNNUfN9X5YihGBbcnWET680PeNe2rTRNo/4iRjOoZI0Zg/RHYdd1PwCBqRoN4CeABgBj3sqiVHqDAlwLgDIUAmhApSZZWZa6noT4oBgFOGC+IpoAVGde7w56ZbxcEARi27Z8Ph+dQXoHmMpow9Ua4vSQCll8nTM0uOafYJkzRVXwhKroI/8WeoaVMc7cvjIOPq0gRIwGbGza8ofwzWy+8n8Pco7N9f+8Tj9H581D7n0BLpgv7m2s1vMAAAAASUVORK5CYII=&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Matriz de Débito Técnico&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/d9199/matriz-debito-tecnico.png&quot;
        srcset=&quot;/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/8ff5a/matriz-debito-tecnico.png 240w,
/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/e85cb/matriz-debito-tecnico.png 480w,
/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/d9199/matriz-debito-tecnico.png 960w,
/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/07a9c/matriz-debito-tecnico.png 1440w,
/static/e68607e7529ece50b54599715ce3ef1a/49ee2/matriz-debito-tecnico.png 1618w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 960px) 100vw, 960px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além destas abordagens, existem outras que podem se adequar mais à cultura do time. Neste artigo sobre &lt;a href=&quot;https://productoversee.com/o-debito-tecnico-de-hoje-e-a-urgencia-de-amanha/&quot;&gt;débito técnico e urgências futuras&lt;/a&gt; Pablo Silva apresenta outras estratégias de “pagamento” para evitar que a dívida fique muito cara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não somente o entendimento do estado atual do nível de débito técnico é importante, mas também saber o que fará com que essa dívida cresça. Por isso, em equipes com níveis diversos, pessoas mais experientes devem ajudar o restante do time a avaliar o impacto de determinada solução e se tal solução adotada implicará no crescimento da dívida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novamente, nós como gerentes de produtos, devemos considerar o débito técnico como um dos fatores que influenciam na decisão de priorizar uma nova implementação ou release. Do ponto de vista estratégico, é importante que não priorizemos uma funcionalidade a todo custo, ou seja, decidir sem avaliar minimamente o impacto e os “juros” consequentes dessa decisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É normal que uma escolha por uma solução rápida seja a única a possível para o momento, já que uma opção mais completa poderia comprometer o tempo para entrega de valor do produto. Por isso é fundamental que saibamos balancear o montante de débito técnico e não somente evitá-lo a todo custo.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Visão Sistêmica no Gerenciamento de Produtos]]></title><link>https://newtoncalegari.com.br/post/visao-sistemica-gerenciamento-de-produtos/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/visao-sistemica-gerenciamento-de-produtos/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Sun, 30 Aug 2020 20:30:20 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Por mais simples que um produto possa parecer à primeira vista, nós não notamos a complexidade que existe nele. Desde o desenvolvimento, etapa que requer esforços de engenharia, código, bases de dados, design de interfaces, pesquisas de experiência de usuário (UX), até estratégias de marketing e divulgação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas essas habilidades contribuem para a tangibilização de uma proposta de valor e consequentemente para o sucesso de um produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, existe o fato de que &lt;strong&gt;produtos são criados por pessoas&lt;/strong&gt;, o que contribui para aumentar a sua complexidade e torna o seu processo de criação ainda mais incrível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, como pessoas, não isolamos nossas percepções, ideias, crenças e culturas daquilo que criamos.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Embora possamos nos basear em dados para todas as decisões, ainda existe uma carga de subjetividade na criação de produtos e ela é resultado da tradução da nossa criatividade em artefatos de desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Quando falo em complexidade aqui, não uso o termo para descrever a qualidade de algo difícil, complicado de ser feito. O &lt;strong&gt;complexo&lt;/strong&gt; a que me refiro representa um conjunto de coisas conectadas em funcionamento para satisfazer um objetivo comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de trazer mais detalhes a respeito da complexidade, vamos discutir a respeito de um modo de pensar bastante comum em nossa área de gerenciamento de produtos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O pensamento analítico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analisar algo é o processo de quebrar um conceito, ou uma ideia, ou um projeto, em suas partes constituintes e isolar o que é mais elementar para que possa ser analisado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejamos um exemplo no contexto de produtos digitais: descobrimos que há um problema na manipulação de dados entre uma API e o banco de dados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao analisar esta situação para entender o que está causando o problema, nós quebramos em partes e percebemos que deve ser feita uma correção no componente que permite a conexão a esse banco de dados e que é utilizado pela API.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste exemplo, partimos de uma situação ampla e reduzimos para encontrar o problema em uma parte específica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de muito importante, o pensamento analítico não é o único processo que devemos carregar na nossa “caixa de ferramentas” de gerentes de produtos, por isso apresento aqui ideias relacionadas ao estudo de sistemas complexos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Holismo e reducionismo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As ideias do pensamento analítico podem ser transportadas para a interpretação dos conceitos de reducionismo, em que o objetivo é entender as partes fundamentais de algo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pensamento analítico, assim como essa ideia de reducionismo, revela o que está por trás de algo e seus elementos fundamentais, mas dificilmente revelam sobre como esses elementos convergem para o funcionamento como um todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse momento lançamos mão da visão holística, que nos permite observar o sistema como um todo e compreender também o contexto em que as partes se interagem.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;“O todo é maior que a soma das partes”&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Esta frase, que vem da &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt&quot;&gt;Gestalt&lt;/a&gt;, mostra que esse “todo” estudado a partir da visão holística possui mais características além das somas das partes, como o comportamento resultante da interação entre as partes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto o reducionismo sugere o estudo das partes isoladas, o holismo traz a ideia do todo, levando em consideração o contexto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/d5412/context-matters--christophe-vorlet.jpg&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 960px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 103.33333333333331%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/jpeg;base64,/9j/2wBDABALDA4MChAODQ4SERATGCgaGBYWGDEjJR0oOjM9PDkzODdASFxOQERXRTc4UG1RV19iZ2hnPk1xeXBkeFxlZ2P/2wBDARESEhgVGC8aGi9jQjhCY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2P/wgARCAAVABQDASIAAhEBAxEB/8QAGAABAQEBAQAAAAAAAAAAAAAAAAQCAwX/xAAUAQEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA/9oADAMBAAIQAxAAAAGyfUp7qUdeQbB//8QAHBAAAwACAwEAAAAAAAAAAAAAAQIDERIABBMi/9oACAEBAAEFAqs2VpUcRsiqbO0gDD5j57FuuGWUcJ//xAAUEQEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAg/9oACAEDAQE/AR//xAAUEQEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAg/9oACAECAQE/AR//xAAgEAACAgEDBQAAAAAAAAAAAAAAAQIRMRIhMlFicbHR/9oACAEBAAY/AnXsuVy7T6N9Bpy452IrJK/A3qdtHJn/xAAdEAACAwACAwAAAAAAAAAAAAABEQAhMUFxUWGB/9oACAEBAAE/IQ3ztL2ufZkClBGIYvCjqOHmbcxWhBGHZbcABX4FWvELFIBvYAAC+8n/2gAMAwEAAgADAAAAECPIAP/EABQRAQAAAAAAAAAAAAAAAAAAACD/2gAIAQMBAT8QH//EABQRAQAAAAAAAAAAAAAAAAAAACD/2gAIAQIBAT8QH//EAB4QAQEAAgMBAAMAAAAAAAAAAAERACExQYFxUWHR/9oACAEBAAE/EAe+SzZVeEJnc6dn/bvELH8gmjXODocyLZX0v9xcVTDJWjDjr7M2lgdWclZ1u4mxBwAe9vuEJqLQDi33NrCUGuXB+u/c/9k=&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Ilustração &quot;O contexto importa&quot;, de Christophe Vorlet, que contém um elefante e que pode ser observado por 9 partes menores.&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/6a068/context-matters--christophe-vorlet.jpg&quot;
        srcset=&quot;/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/09b79/context-matters--christophe-vorlet.jpg 240w,
/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/7cc5e/context-matters--christophe-vorlet.jpg 480w,
/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/6a068/context-matters--christophe-vorlet.jpg 960w,
/static/1296be616eeb00769cba3f04cb43e0c1/d5412/context-matters--christophe-vorlet.jpg 1275w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 960px) 100vw, 960px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-description&quot;&gt;“O contexto importa” - Christophe Vorlet&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O pensamento sistêmico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A visão sistêmico surgiu a partir de uma disciplina científica chamada Teoria Geral dos Sistemas (TGS), desenvolvida pelo biólogo austríaco von Bertalanffy na década de 1960.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pensamento sistêmico foi desenvolvido para propor técnicas para estudar os sistemas de maneira holística com a finalidade de complementar os métodos reducionistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, como indivíduos, fazemos partes de grupos, de times, de organizações, o que sugere a formação de &lt;strong&gt;redes&lt;/strong&gt; em que os indivíduos estão conectados e interagindo com as outras partes. A mesma visão pode ser aplicada para um produto, que é formato por partes que se interagem e que também pode ser mapeado por meio de uma ou mais redes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Utilizamos o termo sistema para nos referir, de modo genérico, a casos como esses, em que há conjuntos de elementos interconectados atuando para &lt;strong&gt;alcançar o objetivo daquele sistema&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, a visão sistêmica é a interpretação de que todos os sistemas são compostos de componentes e subsistemas conectados. De modo contrário à visão reducionista em que cada um desses componentes é visto isoladamente, nós percebemos o sistema como um todo, inclusive observando a &lt;strong&gt;propriedade emergente&lt;/strong&gt; que existe nele.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Nossos produtos são sistemas complexos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Todo produto digital é composto por mais subsistemas, seja em nível de funcionalidades ou até mesmo a nível de software, em que bibliotecas podem ser utilizadas para realizar ações específicas dentre dessa aplicação e contribuir para o funcionamento do produto como um todo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Podemos afirmar, portanto, que nossos &lt;strong&gt;produtos são complexos&lt;/strong&gt; justamente por essa natureza da conexão entre seus componentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre as características dos sistemas complexos, eu gostaria de apresentar inicialmente duas delas: a propriedade emergente e a não-linearidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A propriedade emergente de um sistema é observada quando algo novo surge a partir das relações entre seus componentes, ou seja, a emergência de novas atividades como resultado da inter-relação entre os subsistemas e o ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trazendo essa visão para nosso contexto de gerenciamento de produtos, podemos utilizar o Instagram como exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A funcionalidade de stories já foi classificada como feature para &lt;a href=&quot;https://techcrunch.com/2016/08/02/instagram-stories/&quot;&gt;&lt;em&gt;imperfect sharing&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, mas acabou se tornando uma ferramenta incrível para negócios, propagandas e até mesmo de pesquisa, nesse último caso permitindo a geração de insights através das perguntas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os stories evoluíram devido ao comportamento da própria rede, refletindo o modo como os usuários passaram a se interagir e a consumir conteúdo - vale lembrar que é uma funcionalidade &lt;a href=&quot;https://techcrunch.com/2019/01/30/instagram-stories-500-million/&quot;&gt;utilizada diariamente por 500 milhões de usuários&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A emergência dessa dinâmica no consumo de conteúdo na plataforma pode ter impactado também o engajamento na publicações, o que fez com que marcas aparecessem em anúncios com características efêmeras nos stories para também se beneficiarem dessa nova dinâmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro aspecto importante nos sistemas complexos é a não-linearidade, que dissolve a ideia de simples relação de causa e efeito e traz a ideia de existe uma combinação de fatores que mutuamente influenciam um ao outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No nosso dia a dia, um problema pode acontecer em determinado momento do produto — ou em um &lt;em&gt;touchpoint&lt;/em&gt; específico — e gerar issues que possam impactar diretamente outras partes desse produto que podem inclusive ser utilizadas por outros perfis de usuários. Quando isso acontece nem sempre temos ideia, e tampouco, controle sobre efeitos como esse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A observação de relação direta de causa e efeito pode não ser suficiente para interpretar problemas desse tipo, então se torna mais efetivo observar esse produto como uma rede com componentes trocando informações entre si, onde uma falha pode gerar desordem nesse sistema ou então o próprio sistema pode se reorganizar para continuar seu objetivo apesar da issue que surgiu em um componente específico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para finalizar, meu objetivo com esse artigo é mostrar como as habilidades de abstrair, visualizar o todo e perceber a não-linearidade tanto no desenvolvimento quando na utilização de produtos digitais são fundamentais para que nós, como &lt;strong&gt;product managers&lt;/strong&gt;, tenhamos dimensão dos sistemas complexos que trabalhamos.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Sobre anotações, como desenhar e The Last of Us 2]]></title><description><![CDATA[Para os links dessa semana, eu separei 3 textos: um sobre note-taking, outro sobre desenhos e uma análise do jogo The Last of Us 2.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/links-da-semana-2/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/links-da-semana-2/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Sun, 26 Jul 2020 09:30:20 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Seguindo com a prática de fazer um &lt;a href=&quot;/tags/links-da-semana/&quot;&gt;registro com os links&lt;/a&gt; mais interessantes que encontrei ao longo da semana, estou publicando os artigos que gostei de ter lido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro link da série é sobre o &lt;a href=&quot;https://obsidian.md&quot;&gt;Obsidian.md&lt;/a&gt;, uma ferramenta de anotações que utiliza o formato &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Markdown&quot;&gt;Markdown&lt;/a&gt; e que permite, entre outras funcionalidades, gerenciamento não-linear de anotações através de &lt;em&gt;back-links&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa ideia de navegação não-linear é a mesma que existe na Web, em que clicamos em um link e vamos para outra página sem necessariamente seguir uma ordem — contrastando com a leitura de um livro, por exemplo, que se dá por meio de uma sequência linear.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Obsidian possui também a visualização das notas por meio de um grafo de conhecimento, mostrando as relações entre os conceitos e as tags utilizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/b68efbcff7e5c5ed13f6e0122057ac83/obsidian-interface.gif&quot; alt=&quot;Interface da aplicação Obsidian&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Interface do Obsidian (extraída do post do Hause Lin)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/swlh/how-to-take-notes-insights-from-ai-neuroscience-a-sociologist-and-a-free-app-34b4be63080a&quot;&gt;How to Take Notes: Insights From AI, Neuroscience, a Sociologist, and a Free App&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Neste artigo, Hause Lin comenta sobre uma estratégia de anotações utilizada por &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Niklas_Luhmann&quot;&gt;Niklas Luhmann&lt;/a&gt;, um sociólogo alemão que viveu entre 1927 e 1998.
O sistema, também conhecido como Zettelkasten, consiste em notas individuais com informações “atômicas”, ou seja, que possuem apenas um conceito, e que são armazenadas com um conjunto de metadados permitindo assim indexação e &lt;em&gt;cross-referencing&lt;/em&gt;.
Complementando esta explicação sobre &lt;em&gt;note-taking&lt;/em&gt;, ele comenta com o &lt;a href=&quot;https://obsidian.md&quot;&gt;Obsidian&lt;/a&gt; pode ser utilizado para isso.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://uxdesign.cc/why-should-you-start-drawing-today-6e7fb8956bd7&quot;&gt;Why should you start drawing today?&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Além de utilizar ferramentas digitais para anotações, eu gosto de manter ao meu alcance um caderno para fazer algumas anotações rápidas, escrever lembretes e desenhar mapas mentais. Eu decidi adicionar alguns desenhos a essas anotações manuais, por isso fui buscar material sobre como desenhar rostos e expressões estilo &lt;em&gt;cartoon&lt;/em&gt;. &lt;br&gt;
Foi dessa maneira que encontrei este ótimo artigo do José Torre sobre desenhos. Ele apresenta o porquê começarmos a desenhar, como fazê-lo e dá a obviamente melhor dica para fazer bons desenhos: &lt;strong&gt;repetição&lt;/strong&gt;.&lt;br&gt;
&lt;img src=&quot;/e4c0b4a9614621d856aba3be73bf10df/como-desenhar-jose-torre.gif&quot; alt=&quot;Ilustração animada de um boneco&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Animação sobre como desenhar que faz parte do artigo do José Torre&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.reinaldoferraz.com.br/minhas-impressoes-de-the-last-of-us-2-sem-spoilers/&quot;&gt;Minhas impressões de The Last of Us 2 (sem spoilers)&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Além de conhecer como poucos os detalhes mais intrínsecos da Web, Reinaldo Ferraz também sabe muito sobre jogos (e café). Neste artigo ele faz uma análise mostrando como The Last of Us 2 não é somente um jogo, e sim uma história interativa muito bem contada. Ele até comenta sobre qualidade da dublagem em português, destacando evolução da voz da &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/luizacaspary/&quot;&gt;Luiza Caspary&lt;/a&gt; acompanhando a mudança da personagem Ellie da primeira para a segunda versão do jogo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A propósito, os motivos que me levaram a começar com esse &lt;em&gt;weekly-log&lt;/em&gt; estão descritos no post com os &lt;a href=&quot;/post/links-da-semana-1/&quot;&gt;links da semana 1&lt;/a&gt;. Fique a vontade para dar uma olhada lá também 🙂&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Uma lista de artigos que li ao longo da semana]]></title><link>https://newtoncalegari.com.br/post/links-da-semana-1/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/links-da-semana-1/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Sun, 19 Jul 2020 09:30:20 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Eu sempre gostei de acompanhar os posts sobre &lt;em&gt;life-logging&lt;/em&gt;, em que as pessoas registram atividades como leitura de livros, artigos, compartilham filmes, jogos e até sugestões de locais para conhecer. Eu vejo essa como uma boa forma de encontrar conteúdo interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inclusive, acho bem legal o modo que o Julian Lehr compartilha dados desse tipo. Ele disponbiliza, por meio dos posts mensais de &lt;a href=&quot;https://julian.digital/2020/06/01/media-consumption-may-20/&quot;&gt;consumo de mídia&lt;/a&gt;, o progresso dos livros que tem lido, registra o tempo que usou em cada atividade, como quanto tempo lendo, jogando video-game e vendo filmes, o número de músicas e podcasts que ouviu ao longo do mês, e também compila os artigos recomendados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou distante de montar um sistema de registro as atividades no mesmo &lt;a href=&quot;https://julian.digital/2020/02/23/my-quantified-self-setup/&quot;&gt;nível que o Julian fez&lt;/a&gt;. Contudo, eu aproveitei umas ideias dele para fazer meu registro de leituras da semana, mantendo o histórico de links interessantes que encontro na web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ato de preparar essa lista vai me forçar a revisitar uma lista quase sem fim de links salvos no &lt;a href=&quot;http://getpocket.com&quot;&gt;Pocket&lt;/a&gt;. Muitos deles eu já li, mas ainda assim há muitos outros que estão salvos desde a época em que o serviço se chamava Read it Later. Confesso que tenho uma tendência a ser acumulador digital desde a época em que salvava os links no &lt;a href=&quot;https://del.icio.us&quot;&gt;del.icio.us&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Delicious&quot;&gt;&lt;em&gt;o que é isso?&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse motivo, eu vejo que esse registro de leituras semanais pode ser útil tanto para &lt;em&gt;salvar&lt;/em&gt; e manter histórico do que encontro na web, quanto para compartilhar conteúdo relevante que possa ser interessante para mais alguém.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Como manter registro dos links da semana?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A maneira mais prática que encontrei para criar um log dos links é através de uma integração entre o Pocket, o &lt;a href=&quot;https://ifttt.com&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt; e uma planilha no Google Sheets.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou utilizando uma receita no IFTTT que adiciona em uma planilha do Google Sheets todos os links salvos no Pocket com uma tag específica. Além do link, gera alguns campos de metadados, como data de inclusão, título e descrição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim fica bem simples para compilar os links da semana gerar a lista de links.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Os links da primeira semana&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como é muito fácil ficar perdido pela quantidade de conteúdo que a gente acaba se deparando na web, eu decidi filtrar e selecionar somente aqueles que mais gostei e que vale a pena compartilhar, então essa lista de links acabará se tornando uma espécie de curadoria. &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://julian.digital/2020/02/23/my-quantified-self-setup/&quot;&gt;My Quantified Self Setup&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Este é o post do Julian Lehr onde ele comenta a respeito da estrutura para coleta dos dados do seu &lt;em&gt;life-logging&lt;/em&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/@DanielYubi/internal-press-release-be41de94647f&quot;&gt;Amazon Internal Press Release in Product Management&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Neste artigo do Daniel Yubi no Medium ele apresenta sobre a abordagem de press-release utilizada pela Amazon para o desenvolvimento de produtos e features. No texto ele apresenta a estrutura do documento de press-release e os prós e contras que identificou no uso dessa técnica.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.nature.com/articles/d41586-020-02003-2&quot;&gt;Don’t ask if artificial intelligence is good or fair, ask how it shifts power&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Neste artigo publicado na Nature, &lt;a href=&quot;http://riakalluri.com/&quot;&gt;Pratyusha Kalluri&lt;/a&gt;, da Radical AI Network e pesquisadora de IA de Stanford, traz uma provocação sobre a prática comum de desenvolver aplicações de inteligência artificial alinhando somente os interesses de instituições que possuem mais poder de monitoramento e vigilância. Segundo ela, essa prática deve ser revista de modo que pesquisadores amplifiquem a colaboração com comunidades que já sofreram impacto da vigilância.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://medium.com/rd-shipit/m%C3%A9tricas-em-times-%C3%A1geis-as-3-m%C3%A9tricas-fundamentais-que-voc%C3%AA-precisa-saber-e-dominar-816ffb6a53c5&quot;&gt;Métricas em times ágeis: as 3 métricas fundamentais que você precisa saber e dominar!&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
O &lt;a href=&quot;https://twitter.com/rapha_albino/&quot;&gt;Raphael Albino&lt;/a&gt;, autor do livro &lt;a href=&quot;https://www.casadocodigo.com.br/products/livro-metricas-ageis&quot;&gt;Métricas Ágeis&lt;/a&gt;, juntamento com &lt;a href=&quot;https://twitter.com/cacoEXP&quot;&gt;Cleiton Mafra&lt;/a&gt; apresentam de uma maneira bem fácil a melhor forma de começar implementar métricas ágies em times de desenvolvimento de produtos. Eles inclusive compartilharam algumas planilhas que podem ser úteis para quem está dando os primeiros passos nesse caminho.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://voltaaomundoem80socos.travel.blog/&quot;&gt;Volta ao Mundo em 80 Socos&lt;/a&gt; - &lt;em&gt;“Uma viagem. Um monte de erros.”&lt;/em&gt; &lt;br&gt;
Por fim, nesta recomendação, ao invés de eu adicionar o link para um post específico, achei melhor compartilhar do blog todo. Este é um blog com os relatos muito bem escritos pelo Rafael Arrigoni sobre uma incrível viagem que ele e sua esposa fizeram ao longo de 1 ano por vários países da ásia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Este post contém alguns parágrafos além da lista porque eu decidi trazer um pouco mais do contexto que me motivou a começar esta prática. Nos próximos será apenas a lista com os links 🙂.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[The HTML lang attribute: check if you have been using it correctly]]></title><description><![CDATA[I have decided to write this post to explain a small and important update I have made to the layout structure.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/html-lang-attribute</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/html-lang-attribute</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Wed, 01 Jul 2020 09:51:20 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;As I have written this post in English I have had to update the layout structure and set language values correctly: &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;pt-br&lt;/code&gt; for Portuguese sections and &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;en&lt;/code&gt; for English content.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;For this, I used the &lt;a href=&quot;https://www.gatsbyjs.org/packages/gatsby-plugin-html-attributes/&quot;&gt;gatsby-plugin-html-attributes&lt;/a&gt; to define the language on the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;html&amp;gt;&lt;/code&gt; element, and I included a new attribute into each post &lt;em&gt;frontmatter&lt;/em&gt; section so that I could use it to specify the language the articles are written in.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;W3C recommeds always using &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;lang&lt;/code&gt; on the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;html&amp;gt;&lt;/code&gt; tag to define the default language of the text on the page. It is important to use it on the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;html&amp;gt;&lt;/code&gt; rather than on the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;body&amp;gt;&lt;/code&gt; because the first also covers text content inside the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;head&amp;gt;&lt;/code&gt; element.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;In my case, I set &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;html lang=&amp;quot;pt-br&amp;quot;&amp;gt;&lt;/code&gt; as the main site language and included &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;lang=&amp;quot;en&amp;quot;&lt;/code&gt; in the content wrapper &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;div&lt;/code&gt; of English articles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;It is also possible to use the &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;:lang()&lt;/code&gt; pseudo-class selector to style content in different languages. Although the most common use cases are associated with text direction, such as right-to-left texts, we can use other properties as in this example:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-highlight&quot; data-language=&quot;css&quot;&gt;&lt;pre class=&quot;language-css&quot;&gt;&lt;code class=&quot;language-css&quot;&gt;  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(es)&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;background&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; #ffd2d2&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(es)::before&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;content&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token string&quot;&gt;&apos;🇪🇸&apos;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;

  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(pt-br)&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;background&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; #fffbc7&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(pt-br)::before&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;content&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token string&quot;&gt;&apos;🇧🇷&apos;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;

  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(en)&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;background&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; #dcf8ff&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token selector&quot;&gt;p:lang(en)::before&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;{&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token property&quot;&gt;content&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;:&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token string&quot;&gt;&apos;🇬🇧&apos;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;}&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;
&lt;style type=&quot;text/css&quot;&gt;
  blockquote span.author{
    display: block;
    color: #777;
    padding-top: 0.6em;
    margin-right: 0.2em;
    text-align: right;
  }
  
  blockquote p:lang(es) {
    background: #ffd2d2;
    border-left-color: #CE516C;
    /*background: #EEE6BA;*/

  }
  blockquote p:lang(pt-br) {
    background: #fffbc7;
    border-left-color: #128232;
  }
  blockquote p:lang(en) {
    background: #dcf8ff;
    border-left-color: #276A90;
  }

  p:lang(es)::before {
    margin-right: 0.3em;
    font-style: normal;
    content: &apos;🇪🇸&apos;;
  }

  p:lang(pt-br)::before {
    margin-right: 0.3em;
    font-style: normal;
    content: &apos;🇧🇷&apos;;
  }
  blockquote p:lang(en)::before {
    margin-right: 0.3em;
    font-style: normal;
    content: &apos;🇬🇧&apos;;
  }

&lt;/style&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p lang=&quot;es&quot;&gt;&quot;El mundo era tan reciente, que muchas cosas carecían de nombre, y para mencionarlas había que señalarlas con el dedo.&quot;
  &lt;br&gt;&lt;span class=&quot;author&quot;&gt;Cien Años de Soledad&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p lang=&quot;pt-br&quot;&gt;&quot;O mundo era tão recente que muitas coisas careciam de nome e para mencioná-las se precisava de apontar com o dedo.&quot;
  &lt;br&gt;&lt;span class=&quot;author&quot;&gt;Cem Anos de Solidão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p lang=&quot;en&quot;&gt;&quot;The world was so recent that many things lacked names, and in order to indicate them it was necessary to point.&quot;
  &lt;br&gt;&lt;span class=&quot;author&quot;&gt;One Hundred Years of Solitude&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Reinaldo Ferraz, a friend of mine, says that &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;alt&lt;/code&gt; and &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;lang&lt;/code&gt; are two simple yet powerful HTML attributes; however their use is sometimes neglected. I highly recommend &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=kZD9NvGMjGE&quot;&gt;watching&lt;/a&gt; his &lt;a href=&quot;https://pt.slideshare.net/reinaldoferraz/the-power-of-alt-and-lang-attributes&quot;&gt;presentation&lt;/a&gt; about these attributes, where he shows their impact not only on accessibility but also on page optimization for search engines (SEO).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;When I worked for the W3C Brazil office and Ceweb at NIC.br, I had the pleasure of working with Reinaldo, who knows every technical detail related to &lt;strong&gt;web accessibility&lt;/strong&gt; and who, by the way, has recently published a new book on this subject and &lt;a href=&quot;https://www.amazon.com.br/Acessibilidade-Web-construir-aplica%C3%A7%C3%B5es-acess%C3%ADveis-ebook/dp/B0882KDCHK/&quot;&gt;its portuguese version&lt;/a&gt; is available on Amazon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;I thought it would be nice to share this small update because we seldom give proper attention to this simple attribute.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Um pouco sobre a história do RSS]]></title><description><![CDATA[Quando o consumo de conteúdo não passava pelo filtro das redes sociais.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/um-pouco-sobre-a-historia-do-rss/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/um-pouco-sobre-a-historia-do-rss/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 08 Jun 2020 14:04:31 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 640px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 66.66666666666666%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/jpeg;base64,/9j/2wBDABALDA4MChAODQ4SERATGCgaGBYWGDEjJR0oOjM9PDkzODdASFxOQERXRTc4UG1RV19iZ2hnPk1xeXBkeFxlZ2P/2wBDARESEhgVGC8aGi9jQjhCY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2NjY2P/wgARCAANABQDASIAAhEBAxEB/8QAFwAAAwEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAMEBf/EABYBAQEBAAAAAAAAAAAAAAAAAAIAAf/aAAwDAQACEAMQAAABVRkssoEBX//EABkQAQADAQEAAAAAAAAAAAAAAAIAAQMSE//aAAgBAQABBQLTbjY64axKqfqpQLINc//EABQRAQAAAAAAAAAAAAAAAAAAABD/2gAIAQMBAT8BP//EABQRAQAAAAAAAAAAAAAAAAAAABD/2gAIAQIBAT8BP//EABwQAQACAQUAAAAAAAAAAAAAAAEAIREQEkFSYf/aAAgBAQAGPwIcUToxCw5l34zcGNP/xAAbEAEAAgMBAQAAAAAAAAAAAAABABEhMUFRcf/aAAgBAQABPyFnL83s22T2ZxJQHcb1VH4RhY+EpJ//2gAMAwEAAgADAAAAEEvv/8QAFhEBAQEAAAAAAAAAAAAAAAAAAQAR/9oACAEDAQE/ENSFv//EABcRAQEBAQAAAAAAAAAAAAAAAAEAEVH/2gAIAQIBAT8QQbDl/8QAHRABAQACAQUAAAAAAAAAAAAAAREAMVEhYXGBsf/aAAgBAQABPxDXp9YLtkm3nIXzr5nVnkAGEmXqhfTjEIWilHFslXef/9k=&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Imagem de uma máquina de escrever com uma folha com o título &quot;News&quot;&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/9529974209df5f458acbb7921cad47a2/c08c5/img-typewriter-news.jpg&quot;
        srcset=&quot;/static/9529974209df5f458acbb7921cad47a2/09b79/img-typewriter-news.jpg 240w,
/static/9529974209df5f458acbb7921cad47a2/7cc5e/img-typewriter-news.jpg 480w,
/static/9529974209df5f458acbb7921cad47a2/c08c5/img-typewriter-news.jpg 640w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 640px) 100vw, 640px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Imagem por &lt;a href=&quot;https://unsplash.com/@markuswinkler?utm_source=unsplash&amp;#x26;utm_medium=referral&amp;#x26;utm_content=creditCopyText&quot;&gt;Markus Winkler&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja se este cenário é familiar para você: &lt;em&gt;existe um site que você gosta; você o acessa todo dia para ver o que tem de novidade; você também gosta de outro site e também o acessa todo dia para ver se tem conteúdo novo; você também gosta de outros 20 sites e blogs, e acessa todos eles diariamente para ver as novidades.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessas idas e vindas você deve ter notado que nem todos esses sites atualizam o conteúdo com a mesma frequência que você os acessa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não seria melhor se você fosse avisado quando publicarem algo novo? Ou ainda melhor se quando publicarem algo novo já te enviarem o conteúdo? Assim você não precisaria nem sequer acessar essa sua lista de sites todo dia, pois quando algo novo surgir, você não somente vai ser avisado, como também já receberá o conteúdo para ler.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa dinâmica de receber o conteúdo sem ter que acessar o site é possibilitada por meio dos &lt;strong&gt;feeds RSS&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como este artigo está um pouco longo, eu dividi em seções para facilitar a leitura:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#o-que-e-feed-rss&quot;&gt;O que é um feed RSS?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#como-ler-rss&quot;&gt;Como posso ler RSS?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#consumo-de-conteudo&quot;&gt;Novos modos de consumir conteúdo e a queda no uso de RSS&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#o-icone-rss&quot;&gt;O ícone do RSS: &lt;i class=&quot;icon-rss&quot;&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#o-que-me-fez-voltar-a-ler-feeds&quot;&gt;O que me fez voltar a ler feeds&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;#solucoes-inclusivas&quot;&gt;Oportunidade para pensar em soluções inclusivas&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;o-que-e-feed-rss&quot;&gt;&lt;/a&gt;O que é um feed RSS?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hoje não é tão frequente como já foi há um tempo na Web, mas era comum acessarmos os sites e nos depararmos com um botão, uma imagem ou uma chamada pedindo para &lt;strong&gt;assinar o feed&lt;/strong&gt;, muitas vezes acompanhada de um ícone igual a esse &lt;i class=&quot;icon-rss&quot; style=&quot;background: orange; color: #FFF; border-radius: 4px;&quot;&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ato de assinar o feed significava que você poderia consumir o conteúdo publicado naquele site por meio de alguma plataforma externa, como os &lt;strong&gt;agregadores de feed&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;leitores rss&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um feed RSS nada mais é que um arquivo escrito em uma linguagem estruturada com marcação específica, ou seja, uma linguagem igual à &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;HTML&lt;/code&gt;, mas com um conjunto de &lt;em&gt;tags&lt;/em&gt; diferentes.
No caso dos feeds, &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;XML&lt;/code&gt; é a linguagem utilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um blog, por exemplo, possui título, descrição, autora ou autor e uma sequência de artigos, ou posts. Esse exemplo pode ser transformado em um feed de maneira relativamente simples: esse conjunto de informações deverá ser escrito na linguagem &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;XML&lt;/code&gt; utilizando uma marcação específica, a fim de que o arquivo possa ser lido por uma outra aplicação - nesse caso, por um agregador de feed.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na estrutura do arquivo RSS, o site onde os artigos são publicados é definido como o &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;channel&lt;/code&gt;&gt;, que possui &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;title&amp;gt;&lt;/code&gt;, &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;description&amp;gt;&lt;/code&gt;, &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;link&amp;gt;&lt;/code&gt;, assim como um arquivo &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;HTML&lt;/code&gt;. Enquanto os artigos, ou posts, publicados nesse “canal”, são definidos como &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;item&amp;gt;&lt;/code&gt;, e também possuem informações como título, descrição (conteúdo) e link.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é um exemplo de um feed RSS escrito em &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;XML&lt;/code&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-highlight&quot; data-language=&quot;xml&quot;&gt;&lt;pre class=&quot;language-xml&quot;&gt;&lt;code class=&quot;language-xml&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;rss&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;token attr-name&quot;&gt;version&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token attr-value&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;=&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;2.0&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;channel&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Newton Calegari&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;https://newtoncalegari.com.br/&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;...&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;language&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;pt-br&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;language&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;item&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um pouco da história do RSS&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;https//newtoncalegari.com.br/post/um-pouco-sobre-rss/&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Você gosta de um site. Você acessa todo dia para ver o que tem de novidade. Você gosta de outro site. Acessa todo dia para ver se tem conteúdo novo. Você gosta de 50 sites, blogs, portais de notícias, e acessa todo dia para ver as novidades. Nessas idas e vindas nesses sites você pode notar que nem todos atualizam com a mesma frequência que você acessa...&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;item&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;item&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Um novo blog&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;title&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;https://newtoncalegari.com.br/um-novo-blog/&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;link&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Venho utilizando o Github para hospedar arquivos estáticos há alguns anos e não tenho nada do que reclamar. É bem simples, basta adicionar ao repositório todos os arquivos que devem ser disponibilizados na Web e pronto. Bem fácil...
      &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;description&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;item&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
  &lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;channel&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token tag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&amp;lt;/&lt;/span&gt;rss&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;token punctuation&quot;&gt;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Toda vez que um artigo novo é publicado, este arquivo RSS é atualizado e um &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;&amp;lt;item&amp;gt;&lt;/code&gt; novo é adicionado a ele. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando você &lt;strong&gt;assina um feed&lt;/strong&gt;, a URL para o arquivo RSS do site é salva no seu agregador de feeds favorito e este, por sua vez, faz requisições HTTP periódicas para verificar se há alguma atualização ou algum artigo novo para leitura.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;como-ler-rss&quot;&gt;&lt;/a&gt;Como posso ler RSS?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os feeds RSS podem ser lidos por meio dos agregadores de feeds e, embora já tenha existido mais, ainda há alguns leitores disponíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente eu utilizo o &lt;a href=&quot;https://newsblur.com/&quot;&gt;NewsBlur&lt;/a&gt;, mas existem outros que também são ótimos, como o &lt;a href=&quot;https://feedly.com/&quot;&gt;feedly&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://theoldreader.com/&quot;&gt;The Old Reader&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;https://ranchero.com/netnewswire/&quot;&gt;NetNewsWire&lt;/a&gt; - este último é não possui versão Web, apenas versões para Mac e iOS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por bastante tempo busquei um substituo a altura para o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Reader&quot;&gt;Google Reader&lt;/a&gt;, o que eu considerava o melhor leitor de RSS que existia (&lt;em&gt;antes de usar o Google Reader em 2006, eu utilizei o &lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Bloglines&quot;&gt;Bloglines&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/00d43/interface-google-reader.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 960px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 45.833333333333336%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAAJCAYAAAAywQxIAAAACXBIWXMAAAsSAAALEgHS3X78AAABZklEQVQoz12R63KCQAyFeXFerr/6AiosgqzcYVp0oXJPmkSFUmbOhB1Ovpws1lcUw/3rBoAIy7LANE0wjqOobX+gfxg4xAMckpks5IHt4fM8z9wz0jvmeW5b1ecH9FnMZ6y/azTGYNu2aBqDXddh07TUNsl3mocAC9WnmEkeqOtaDFmW2VZ9u0E/ygCgCZAkCVRVBVprCMPwWUmXUMP1eoU4jiHNUkjTRLzcU5blNBAjCALbKosCusdDgGmaIpmQDOi6Lp5OJ3QcZ63UgFqHJP2SvDN86vsez+ezbVFMnoDDMPC0FcgAh6CuSMmZEiOlFNi7UgjuE6Dv+7bFkY1pdgmrqpRUnucJUCmPp6/AtxjIV7ADHo5HiKKILxgorTQxWCklcl8peV3WfyjfK/k3oO8HcL8bScjAmBIWRbGm40pGvFwuu1X/Aqlvu8PAU2Ca58pZnq2N27rqlUrvQO8fQ9utCcln/wLiTJhOObTxUwAAAABJRU5ErkJggg==&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Interface do Google Reader&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/d9199/interface-google-reader.png&quot;
        srcset=&quot;/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/8ff5a/interface-google-reader.png 240w,
/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/e85cb/interface-google-reader.png 480w,
/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/d9199/interface-google-reader.png 960w,
/static/c5150f570bbed1ecf58a46c0d8232861/00d43/interface-google-reader.png 1000w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 960px) 100vw, 960px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Interface do Google Reader em 2007, 6 anos antes de ser descontinuado pela Google &lt;i&gt;😔&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leitura de artigos por meio dos feeds te proporciona uma experiência de &lt;strong&gt;consumir conteúdo sem intermediários filtrando o o que você deve ou não ler&lt;/strong&gt;. É você quem escolhe quais canais/sites/blogs quer acompanhar e ter acesso direto ao conteúdo deles.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;consumo-de-conteudo&quot;&gt;&lt;/a&gt;Novos modos de consumir conteúdo e a queda no uso de RSS&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem algumas hipóteses para a redução do consumo e disponibilização dos feeds, entre elas estão “a morte do Google Reader”, o fim do suporte nativo dos navegadores, como foi &lt;a href=&quot;https://www.bleepingcomputer.com/news/software/mozilla-to-remove-support-for-built-in-feed-reader-from-firefox/&quot;&gt;o caso no Firefox&lt;/a&gt;, e a ascenção das ferramentas de redes sociais como plataformas de acesso à conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O interesse por RSS caiu bastante ao longo dos anos e esse fato foi utilizado como justificativa para o fim de algumas alternativas, como &lt;a href=&quot;http://googlereader.blogspot.com/2013/03/powering-down-google-reader.html&quot;&gt;o fim do Google Reader&lt;/a&gt;. Mas ainda assim não é o suficiente para explicar essa queda no interesse e no uso de fontes RSS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/f994acf559f0c5f6cc8eb5dd41a52a83/8b69f/rss-trends.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 912px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 44.166666666666664%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAAJCAYAAAAywQxIAAAACXBIWXMAAAsSAAALEgHS3X78AAAA/0lEQVQoz51Sy27DMAzL/3/fDjsUu6xbsdlxnnYaWzInOXPaAsthDcAIkgKKotKMk8eXcZjnCd77ghDCHv9C7TnnYIyBtbag73s02mjbVpodhnFEjAlE9C8sy7IPa1gKzBnIDHkV5Pw8miSESjKvGa+WECLvpPwMIRWFjJdvwsdIeOsIxvOmGvlBtdY4H6MQIhPOA2Fabyu7wELO+JwYw5XhRbV+fD/gCMXDSOrhTYE2NK5Sb4VcFZ9lwMlRGTCvG3zcrKq58pSVU4oCua6sXi/H/Iu0yr0SYiJcI6ELBOsJ73bEpV9g5oRWco3qf1MJjkxO9S94WE0fsYjpLt96P1ljwxpHc94TAAAAAElFTkSuQmCC&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Gráfico com interesse por RSS no Google Trends&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/f994acf559f0c5f6cc8eb5dd41a52a83/8b69f/rss-trends.png&quot;
        srcset=&quot;/static/f994acf559f0c5f6cc8eb5dd41a52a83/8ff5a/rss-trends.png 240w,
/static/f994acf559f0c5f6cc8eb5dd41a52a83/e85cb/rss-trends.png 480w,
/static/f994acf559f0c5f6cc8eb5dd41a52a83/8b69f/rss-trends.png 912w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 912px) 100vw, 912px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;O interesse por RSS caiu porque não há incentivo e suporte, ou não há incentivo e suporte porque o interesse caiu? &lt;i&gt;🥚 🐔&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez a mudança mais impactante tenha sido a ascenção das &lt;strong&gt;redes sociais como plataformas de consumo de conteúdo&lt;/strong&gt;. A partir do momento que os esforços são voltados para melhorar indicadores de tempo de uso e permanência dentro de uma plataforma, tudo se encaminha para a criação de silos e jardins murados na Web (veja mais sobre &lt;em&gt;walled gardens&lt;/em&gt; &lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Closed_platform&quot;&gt;nestes&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;https://readwrite.com/2015/05/13/walled-gardens-of-the-web/&quot;&gt;links&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os feeds RSS são um caminho oposto à centralização gerada por tais plataformas fechadas, pois tanto o protocolo quanto o meio que os artigos e notícias chegarão até você são &lt;strong&gt;totalmente transparentes&lt;/strong&gt;. Não existe uma caixa preta ou algum modelo para indicar o que &lt;em&gt;a plataforma acredita ser melhor para você&lt;/em&gt;. &lt;strong&gt;É você quem define de quais sites/blogs vai assinar os feeds RSS&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Hoje é ainda mais importante olharmos com atenção para os feeds RSS, pois são uma forma de consumo de conteúdo descentralizado.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Apesar de esses fatores terem afetado o atual cenário dos feeds RSS, há outros pontos que poderiam ser revistos, como a própria evolução da tecnologia como um produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ambiente em que essa tecnologia surgiu e evoluiu foi naturalmente um pouco restritivo. Não foi pensado como um produto para o público em geral. É claro que o protocolo foi criado para chegar ao alcance de todos, mas o processo de entrega desse “produto” poderia ter sido melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pessoas com algum conhecimento específico (&lt;em&gt;em web, linux, internet&lt;/em&gt;) eram as que mais utilizavam feeds.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imagine a seguinte situação: um site possui um botão escrito “assine o RSS” e, por meio dele, espera-se que a pessoa acessando-o já possua acesso a um agregador de feeds, conheça sobre RSS e também saiba que para “assinar” não precisa “pagar”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contrastando com o cenário anterior, pense em uma plataforma em que esta mesma pessoa tem um perfil, tem contato com amigos e família e, quando encontra alguma página interessante, clica em “curtir” e assim passa a receber o conteúdo diretamente na sua &lt;em&gt;timeline&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em qual das duas alternativas você acha que existe uma &lt;strong&gt;menor barreira de entrada&lt;/strong&gt;? A segunda opção possui uma qualidade que chamamos de &lt;em&gt;frictionless&lt;/em&gt; - em que o processo para se fazer algo não possui restrições, é realizado de maneira simples e sem atritos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se ter uma ideia do tipo de atrito que estamos falando, é só lembrar da época em que os sites de notícias, como o The New York Times, apontavam para os feeds RSS com um botão escrito &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;XML&lt;/code&gt;. &lt;em&gt;“Mas o que é esse tal de xml?”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falando em botões, acho legal comentar sobre o contexto em que surgiu a atual imagem do RSS.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;o-icone-rss&quot;&gt;&lt;/a&gt;O ícone do RSS: &lt;i class=&quot;icon-rss&quot;&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Voltando para 2004, época em que os sites mostravam os mais diversos botões para indicar o caminho para assinar os feeds, alguns navegadores já indicavam a disponibilidade de feeds pelos sites. O Firefox mostrava na barra de status um pequeno ícone laranja com o texto RSS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/8a1810fb658ab230332ecb55d600bf55/7e77b/mozilla-rss-statusbar.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 134px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 35.07462686567165%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAAHCAIAAACHqfpvAAAACXBIWXMAAAPoAAAD6AG1e1JrAAABEElEQVQY02P4TyL49fP72/dfgIy8jmsM2JX8+4dA//8hi/z9+3vrkWfbTrxMbrjKgKwMRQsO8Pv37zV7H2849jwJqPnm9VNo6MaN01fO7D2/dfbFHfMubJ118ejmK6eB3FmXdi64uG32hSObz108c+/uqcSqwwwvn19HQc+uPn99/87uWY/XNj1c03x/UcXtDf339y+6v6D4/ryCu5Pibq/rffn6wfePl9PrjzN8/XANBb2/+vnL3XfnVz9ZkPVkWfmjWVmv9s96f2Hto5kpjxYWPpyW9OrA7I+f7/z9eimn5TRDau1hdFRzCGhqavWB1Kp9aVX7U2uPpNcfS6s5kFZzEITqjibXHMpqOqbnuxMAkKdYdkXqttQAAAAASUVORK5CYII=&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Ícone com o termo RSS na barra de status do Firefox em 2004&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/8a1810fb658ab230332ecb55d600bf55/7e77b/mozilla-rss-statusbar.png&quot;
        srcset=&quot;/static/8a1810fb658ab230332ecb55d600bf55/7e77b/mozilla-rss-statusbar.png 134w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 134px) 100vw, 134px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As resoluções mais utilizadas na época não favoreciam a qualidade como as telas de retina que temos hoje, o que possivelmente foi um dos motivos de gerar uma hilária confusão: parecia &lt;a href=&quot;https://bugzilla.mozilla.org/show_bug.cgi?id=261354&quot;&gt;estar escrito ASS&lt;/a&gt; ao invés de RSS (&lt;em&gt;ass&lt;/em&gt; significa &lt;em&gt;bunda&lt;/em&gt; em inglês). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa confusão, somada ao fato de que a imagem na barra de status era muito grande e muito &lt;em&gt;geeky&lt;/em&gt;, fizeram com que o &lt;a href=&quot;http://www.squarefree.com/burningedge/2004/09/26/2004-09-26-branch-builds/&quot;&gt;time da Mozilla viesse a criar o ícone&lt;/a&gt; que mais tarde foi adotado como padrão para RSS Feeds.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/a10fd6d58a1299a9d79e4a6e8f0f1b4a/cc155/updating-rss-icon.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 886px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 7.5%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAACCAYAAABYBvyLAAAACXBIWXMAAAsSAAALEgHS3X78AAAAkUlEQVQI1yWIsQqCUABF+/agX9BIMfM9NbWWUqJJXNpaChESSwkL55RoOj1qONxzz0i/ZZhdRtpIzrsxq1ritQFRFxG0S5zKQV4sZGnjNh7+3UdcBYtyoXAIn+Fv3dpFqj6a5QKzEMwLi/UjwDgZWMq1o46pXMttdocJaTVl89mTDDFxv2X7UvQxyTtRX7Xhzxf1MX9eQOesnQAAAABJRU5ErkJggg==&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Imagem mostrando o registro da mudança do ícone do RSS&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/a10fd6d58a1299a9d79e4a6e8f0f1b4a/cc155/updating-rss-icon.png&quot;
        srcset=&quot;/static/a10fd6d58a1299a9d79e4a6e8f0f1b4a/8ff5a/updating-rss-icon.png 240w,
/static/a10fd6d58a1299a9d79e4a6e8f0f1b4a/e85cb/updating-rss-icon.png 480w,
/static/a10fd6d58a1299a9d79e4a6e8f0f1b4a/cc155/updating-rss-icon.png 886w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 886px) 100vw, 886px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Momento do nascimento do ícone &lt;i class=&quot;icon-rss&quot;&gt;&lt;/i&gt; do RSS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um tempo depois, a Microsoft, que estava trabalhando no lançamento de uma funcionalidade de leitura de feeds no Internet Explorer 7, &lt;a href=&quot;https://web.archive.org/web/20081108075507/http://blogs.msdn.com/rssteam/archive/2005/10/08/478505.aspx&quot;&gt;apresentou algumas sugestões&lt;/a&gt; para utilizar como identificação de RSS. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/58bd89ab741e63bcc7a5eca5ad3245ef/74cfa/microsoft-ie7-icon-options.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 553px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 83.75%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAARCAYAAADdRIy+AAAACXBIWXMAAAsSAAALEgHS3X78AAACHElEQVQ4y51U227TQBDNJ/JD/ABPgHjlhae+VAgqqqhCoqCWh1IhNS0NSkjsjS/xrb7Hd/t0Z11HiUtRwkSj3Z1dz845czaDIAigaRoMw4Tj2FgsLRheBMsLofP4YrHgcYfvG9B1XbiiKGK0bVuMs9kMYRiCbJCmKTzPg3vnIEpzqGdHME7ewht9geMF/CNLHKYznbuuK5yKoctM00SSJG1C9KwZf0YxfIn46yH2taZpMMiyDFEUgSpdxTHivEScVUjyWlS2Wq3EHlVA6zzP1x/3XVTo+77gcLnUITOGydVPzK+/Q5NuIcmM76lQVVVwJUmSgNpP2K17kNtAenUE+80zRB9fb8X70HZI+HA481AoN6gccy/uOhtQ10gaJAEmy1C5bHQ3xNL1hWw0DpX2GaeD5EKwiYL5fI7pdLru7rrCoihEMOHkh0kG5+IY9sFzOOfvEWWFaBQ1hhoX8zk1phtJNmVZ/hsylreozt4hG53/H2S6XYiU3+hz+EFawa+BsKi52O8EFSReOkP00JpQbTZnq0IqvX1SGnT+/NiPUyjfDqGPL9s1Yw9P04BlWWLe1+KmPYJcXg+Rf3qB5PJkJ5iPElZVBfL1jfRr8NfDT/G2lZC4kblcSBJ/+L/G+NcNVDbnUKV1nJzmk8lEOEnnyQopUNc16qoE7wXiiw9YDV8hOD0Q64rLokOx6Ttw2G7UroKCjZBKvztse0G+B5zfG1t3pwj+AAAAAElFTkSuQmCC&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Opções de ícones apresentadas pela Microsoft para adotar no Internet Explorer 7. Nenhuma delas foi escolhida.&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/58bd89ab741e63bcc7a5eca5ad3245ef/74cfa/microsoft-ie7-icon-options.png&quot;
        srcset=&quot;/static/58bd89ab741e63bcc7a5eca5ad3245ef/8ff5a/microsoft-ie7-icon-options.png 240w,
/static/58bd89ab741e63bcc7a5eca5ad3245ef/e85cb/microsoft-ie7-icon-options.png 480w,
/static/58bd89ab741e63bcc7a5eca5ad3245ef/74cfa/microsoft-ie7-icon-options.png 553w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 553px) 100vw, 553px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Opções apresentadas pela Microsoft para a escolha do ícone do RSS.&lt;br&gt;&lt;del&gt;Ainda bem que nenhuma delas foi a escolhida.&lt;/del&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O “processo de padronização” desse símbolo aconteceu naturalmente quando time que estava trabalhando no RSS do IE7 &lt;a href=&quot;https://web.archive.org/web/20081106074538/http://blogs.msdn.com/rssteam/archive/2005/12/14/503778.aspx&quot;&gt;entrou em contato com a Mozilla&lt;/a&gt; para adotar o mesmo ícone utilizado no Firefox. A partir daí, os dois principais navegadores do mercado na época definiram o mesmo ícone. O que não demorou para que os outros serviços passassem a utilizá-lo também. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de ser um ícone que não apresenta nenhuma extensão ou termo técnico, ainda não seria suficiente para explicar e tornar claro o significado dos feeds.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe um contexto implícito que deveria ser explicado claramente para qualquer pessoa. Não sobre o funcionamento, mas sobre como alguém poderia se beneficiar da tecnologia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ícone que representa o RSS deveria ser tratado como uma marca e um estudo da semiótica desta marca poderia ajudar na comunicação do seu entendimento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;o-que-me-fez-voltar-a-ler-feeds&quot;&gt;&lt;/a&gt;O que me fez voltar a ler feeds&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Talvez o medo de ficar de fora - ou a famosa &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_FOMO&quot;&gt;FOMO&lt;/a&gt; (&lt;em&gt;Fear of Missing Out&lt;/em&gt;) - tenha sido a causa responsável para que eu assinasse milhares de newsletters por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quase todo site que você acessa hoje em dia tem um &lt;em&gt;call to action&lt;/em&gt; que te convida a assinar a newsletter e receber conteúdos novos direto no seu e-mail. O que é super conveniente qundo você recebe as atualizações esporadicamente, mas o que pode se tornar um pesadelo quando você assina dezenas de listas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Nós prometemos não te enviar spam”&lt;/em&gt;. E de fato essa promessa foi cumprida por grande parte das listas que assinei. Mas a partir do momento que as novidades de todas as listas chegam de uma vez, soa como spam.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;“Medium daily updates”. &lt;br&gt;Novos artigos no meu blog. &lt;br&gt;Veja as novidades. &lt;br&gt;Resumo da semana. &lt;br&gt;O que foi falado nesta semana. &lt;br&gt;Tudo sobre {&lt;em&gt;insira o assunto aqui&lt;/em&gt;} direto no seu e-mail. &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Foi o que me levou a buscar uma solução que me permitisse assinar as newsletters como assino um feed RSS e assim ler direto no NewsBlur (ou no feedly) sem me preocupar em poluir a caixa de entrada de e-mails.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A alternativa encontrada foi uma solução open-source desenvolvida pelo &lt;a href=&quot;https://www.leafac.com/&quot;&gt;Leandro Facchinetti&lt;/a&gt; chamada &lt;a href=&quot;https://www.kill-the-newsletter.com/&quot;&gt;&lt;strong&gt;Kill the Newsletter&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O funcionamento é bem simples: basta dar um nome para a newsletter que você vai assinar e a aplicação vai gerar um e-mail para ser utilizado na assinatura da newsletter e uma URL para que você assine o feed e, dessa forma, todas as atualizações chegarão diretamente no seu gerenciador de feeds favorito.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a name=&quot;solucoes-inclusivas&quot;&gt;&lt;/a&gt;Oportunidade para pensar em soluções inclusivas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Conforme comentei anteriormente, os termos “assine o feed”, “assine o RSS” e até mesmo os ícones utilizados, podem não ter facilitado o entendimento e o benefício da tecnologia por parte das pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, ao analisar a evolução dos feeds RSS podemos aprender algumas lições, sendo que a principal delas é esta: &lt;strong&gt;devemos criar formas de lançar soluções mais inclusivas, diminuindo as barreiras de entrada e permitindo que mais pessoas utilizem e obtenham o valor gerado por essas soluções&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Espero que você tenha compreendido um pouco sobre a história dos feeds RSS e o papel importante que possuem na Web aberta. Caso tenha alguma dúvida ou sugestão, fique à vontade em me mandar mensagem no Twitter &lt;a href=&quot;https://twitter.com/newtoncalegari&quot;&gt;@newtoncalegari&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Um novo blog]]></title><description><![CDATA[Após alguns anos utilizando Hugo como base do meu site, eu migrei para o Gatsby.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/um-novo-blog/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/um-novo-blog/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 26 May 2020 02:49:23 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Venho utilizando o Github para hospedar arquivos estáticos há alguns anos e não tenho nada do que reclamar. É bem simples, basta adicionar ao repositório todos os arquivos que devem ser disponibilizados na Web e pronto. Bem fácil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A versão anterior deste blog era feita com &lt;a href=&quot;https://gohugo.io/&quot;&gt;Hugo&lt;/a&gt;, uma ferramenta para geração de páginas estáticas escrita na linguagem Go. O Hugo gerava todos os arquivos necessários para o site, incluindo os posts, o sitemap, etc. Só me restava escrever os textos e rodar um comando no terminal para que o site fosse atualizado (&lt;em&gt;claro que com WordPress é fácil, mas aqui tem seu charme, 😄)&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora eu não publique muita coisa por aqui, eu gosto dessa dinâmica em que todo conteúdo é escrito em &lt;a href=&quot;https://www.markdownguide.org/&quot;&gt;markdown&lt;/a&gt; e, com uma &lt;a href=&quot;https://www.staticgen.com/&quot;&gt;biblioteca de geração de sites estáticos&lt;/a&gt;, todas as páginas HTML ficam prontas para serem publicadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
  &lt;a
    class=&quot;gatsby-resp-image-link&quot;
    href=&quot;/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/cf4cc/screenshot-goyo-markdown.png&quot;
    style=&quot;display: block&quot;
    target=&quot;_blank&quot;
    rel=&quot;noopener&quot;
  &gt;
  
  &lt;span
    class=&quot;gatsby-resp-image-wrapper&quot;
    style=&quot;position: relative; display: block;  max-width: 960px; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;
  &gt;
    &lt;span
      class=&quot;gatsby-resp-image-background-image&quot;
      style=&quot;padding-bottom: 56.25%; position: relative; bottom: 0; left: 0; background-image: url(&apos;data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABQAAAALCAYAAAB/Ca1DAAAACXBIWXMAAAsSAAALEgHS3X78AAABVklEQVQoz5WTWVPCQBCEEQEJhwIJUany3VK5IXcgIUAgHrz5//9J25MC1JIqw8NXs5Nsejo7s7ncs4EjT9M0FnoWSj0bRcaixIGLQpfrvoNS3yUO8l3zuP8Xfx5wU9NZQo920MN3aIsP6JtPtIMd2vYrNCuBbr+hPg4yCO43KCMPyniGymTO6KMqTJiP/BSFlIbeGQ7dGB0/wa2zwZ27xb2XMOfaX6Ezi1NurMVecPq/4LWx4K/FUM016nRZNSPUjAiVYUDmXC+gMM/mkNT4u5oXQ3PWaJlLtKwViaDSVYrNAjyCzGfYMALosy1UCmoUUwVbhEM0ScsMWdTPfoZSvWkGUIZu2pAKm3Sg7a7wECZ8d0ZTZHODLsoUFCSX2bt4MVlsTudLzqp9xthQQISuBoKTjlFZhpsi6UA/jr/FJP4UPuXwkrdCkI/zdHXI5QaJqDg91UzhC/sOPADMYgwzAAAAAElFTkSuQmCC&apos;); background-size: cover; display: block;&quot;
    &gt;
      &lt;img
        class=&quot;gatsby-resp-image-image&quot;
        style=&quot;width: 100%; height: 100%; margin: 0; vertical-align: middle; position: absolute; top: 0; left: 0; box-shadow: inset 0px 0px 0px 400px white;&quot;
        alt=&quot;Tela do terminal com exemplo de texto do blog&quot;
        title=&quot;&quot;
        src=&quot;/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/d9199/screenshot-goyo-markdown.png&quot;
        srcset=&quot;/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/8ff5a/screenshot-goyo-markdown.png 240w,
/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/e85cb/screenshot-goyo-markdown.png 480w,
/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/d9199/screenshot-goyo-markdown.png 960w,
/static/b1772a7f438ff4971111f4afc912a499/cf4cc/screenshot-goyo-markdown.png 1079w&quot;
        sizes=&quot;(max-width: 960px) 100vw, 960px&quot;
      /&gt;
    &lt;/span&gt;
  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/a&gt;
    
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Estou utilizando um modo &lt;em&gt;distraction-free&lt;/em&gt; para escrever os posts no &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;vim&lt;/code&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O motivo de eu ter decidido migrar a ferramenta por trás do meu site é o fato de eu ter encontrado alguns problemas para disponibilizar o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/RSS&quot;&gt;feed RSS&lt;/a&gt; completo através do Hugo, já que o comportamento padrão gerava uma versão com os artigos resumidos, o que compromete a experiência de consumir conteúdo por meio de RSS em alguma plataforma, como o &lt;a href=&quot;https://feedly.com/&quot;&gt;feedly&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;https://newsblur.com/&quot;&gt;NewsBlur&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu queria uma alternativa tão simples quanto o Hugo para essa nova versão do site. Cheguei a considerar o Jekyll, mas decidi buscar algo mais novo. Vi que o &lt;a href=&quot;https://www.gatsbyjs.org/&quot;&gt;Gatsby&lt;/a&gt; possui vários plugins, inclusive um que facilita a geração de RSS completos, como eu estava querendo. Então, após trabalhar algumas horas nos últimos dois domingos, publiquei o novo site.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A migração foi relativamente tranquila pois todos os posts foram escritos em markdown. Eu tive apenas que converter os dados do &lt;em&gt;frontmatter&lt;/em&gt; para o formato YAML.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comando abaixo resolveu isso bem rápido:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-highlight&quot; data-language=&quot;text&quot;&gt;&lt;pre class=&quot;language-text&quot;&gt;&lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt; hugo convert toYAML --output /destino/dos/posts/convertidos/&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Após ter preparado todo o conteúdo, eu fiz alguns ajustes no tema e gerei o novo site. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Achei que foi uma boa ter escolhido utilizar o Gatsby, eu ainda não conhecia a respeito e o aprendizado foi bem rápido. Coincidentemente, o &lt;a href=&quot;https://fellipe.com&quot;&gt;Davidson Fellipe&lt;/a&gt; estava publicando em seu &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/channel/UCHbWMt6KrLUwCexeiAFjUBg&quot;&gt;canal no YouTube&lt;/a&gt; uma série sobre como criar um blog com Gatsby, então ele acabou me ajudando com algumas dúvidas que tive nesse processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu ainda venho alterando algumas coisas por aqui, estou melhorando a estrutura do feed rss e adicionando &lt;a href=&quot;/talk/dados-estruturados-na-web-frontinbh2016/&quot;&gt;dados estruturados com JSON-LD e RDFa&lt;/a&gt; ao layout. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa atualização no site foi um bom passa tempo para esses dias de quarentena. 😃&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Web na era da Computação Cognitiva]]></title><description><![CDATA[O termo computação cognitiva surgiu para descrever a capacidade que damos às máquinas de simular alguns processos cognitivos realizados pelo nosso cérebro.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/a-web-na-era-da-computacao-cognitiva/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/a-web-na-era-da-computacao-cognitiva/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Wed, 20 Jun 2018 19:43:39 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/web-computacao-cognitiva-new-worlds.jpg&quot; alt=&quot;Foto de um dispositivo Kindle&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Créditos da imagem: &lt;a href=&quot;https://www.flickr.com/photos/jvk/13713015123/&quot;&gt;John Keogh&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Web possibilitou o surgimento de modelos de negócios revolucionários, negócios disruptivos que alteraram muitos mercados e passaram ter alcance global com facilidade. A utilização de aplicações baseadas em Inteligência Artificial transforma, novamente, esses negócios, levando-nos a um novo momento de revolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A área de IA possui hoje a maturidade necessária para que seja aplicada em uma variedade cada vez maior de negócios, desde a entrega de comidas à aplicação em carros autônomos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se em outros momentos definimos o contexto pelo qual a Web passou - afinal, quem não se lembra do termo Web 2.0, usado para definir o momento de mudança na dinâmica da geração de conteúdo na Web? - hoje estamos classificando o momento como uma era da computação cognitiva e da inteligência artificial. É possível notar essa transformação ao analisarmos o uso de IA, cada vez mais presente e ubíquo, em cenários como agricultura, saúde, redes sociais e e-commerce.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O termo computação cognitiva surgiu para descrever a capacidade que damos às máquinas de simular alguns processos cognitivos realizados pelo nosso cérebro.
No campo de visão computacional, por exemplo, existem aplicações e pesquisas que buscam simular o sentido da visão, que nós humanos possuímos, e dar essa capacidade para que as máquinas identifiquem imagens de maneira até superior que a nossa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reconhecimento de voz é um dos sentidos simulados pela máquina e que vem atingindo níveis de precisão superiores ao nosso. A IBM apresentou um case em que aplica visão computacional em conjunto com técnicas de reconhecimento de voz para melhorar na identificação e reconhecimento de discurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Carnegie Mellon University (CMU) possui um projeto de pesquisa chamado Read the Web, no qual os pesquisadores partem da hipótese de que os computadores podem aprender a ler. O departamento de Machine Learning da CMU desenvolveu um sistema chamado NELL, Never-Ending Language Learning, que está lendo todo conteúdo disponibilizado na Web e aprendendo fatos a partir dos textos “lidos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As aplicações de computação cognitiva podem não ter atingido o mesmo grau de sofisticação e penetração que as aplicações de IA, baseada em grandes quantidades de dados, atingiram atualmente. Contudo, iniciativas como o Human Brain Project, co-financiado pela União Europeia, com a proposta de avançar com pesquisas de computação, neurociência e medicina com foco em computação cognitiva farão com que a área floresça ainda mais nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante deste cenário futuro, cabe a nós entender o papel da Web nesta era da Computação Cognitiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desenvolvimento de aplicações web certamente passará por mudanças, o comportamento dos usuários ao navegar nos sites já está tomando nova forma. Devemos ter em mente que essas novas gerações deixarão de utilizar teclado e mouse para interagir com as aplicações, e não só utilizarão dispositivos touch screen, mas também farão uso de dispositivos como os capacetes Emotiv EPOC, de interface cerebral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A intersecção do desenvolvimento web com outras áreas, assim como já ocorre com UX, precisa ser ampliada a fim de obter contribuições de áreas como Brain Computer Interface (interface cérebro-computador), Realidade Virtual e Computação Cognitiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para discutir estas questões, nós do Ceweb.br e W3C Brasil, estamos organizando a conferência Web.br com o tema “A Web na era da Computação Cognitiva”, contando com especialistas de diversas áreas que nos ajudarão a enxergar os próximos anos do desenvolvimento da Web. Esperamos te encontrar na Web.br! :-)&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Este artigo foi publicado na Revista iMasters (Edição #26) e no site do &lt;a href=&quot;http://ceweb.br/&quot;&gt;Ceweb.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lendo artigos do Pocket no Kindle]]></title><description><![CDATA[Como sincronizar os artigos do Pocket com a biblioteca do Kindle]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/lendo-artigos-do-pocket-no-kindle/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/lendo-artigos-do-pocket-no-kindle/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Sun, 14 Jan 2018 12:18:12 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/post_kindle.jpg&quot; alt=&quot;Foto de um dispositivo Kindle&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;image-credits&quot;&gt;Créditos da imagem: &lt;a href=&quot;tablethelpline&quot;&gt;tablethelpline&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre utilizei um bom e velho &lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Kobo_Touch&quot;&gt;Kobo Touch&lt;/a&gt; como meu leitor de e-books. Era um guerreiro que ainda lutava bem, estava comigo desde 2011, mas era limitado pela falta de iluminação na tela, o que impossibilitava leituras em ambientes escuros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que mais gostava nele era a possibilidade de sincronizar minha conta do &lt;a href=&quot;https://getpocket.com&quot;&gt;Pocket&lt;/a&gt; e ler os artigos na confortável tela do e-reader, como se fossem livros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Minha mudança para o Kindle aconteceu quando ganhei um Kindle Paperwhite da minha noiva. Eu acreditava que não, mas a iluminação na tela faz uma diferença absurda. Aproveito muito as leituras antes de dormir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A praticidade de enviar documentos por e-mail e sincronizar com a biblioteca do Kindle é uma das coisas que mais gosto nele. Mas senti falta da sincronização com minha lista de artigos no Pocket, como era feito de modo nativo no Kobo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como solução para este problema encontrei o &lt;a href=&quot;https://p2k.co/&quot;&gt;P2K.co&lt;/a&gt;, um serviço sincroniza a biblioteca do Pocket com a do seu Kindle, convertendo os artigos para documentos no formato &lt;code class=&quot;language-text&quot;&gt;.mobi&lt;/code&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O serviço tem uma versão gratuita e dois planos pagos com algumas &lt;em&gt;features&lt;/em&gt; a mais, como sincronização imediata quando um artigo novo é salvo no Pocket e entrega de artigos a partir de uma tag específica. Eu tenho utilizado plano mais básico (&lt;em&gt;free&lt;/em&gt;), o qual considero suficiente para minha demanda. Este plano permite que eu agende sincronizações diárias ou semanais dos artigos - deixei o meu agendado para adicionar os artigos à minha biblioteca diariamente logo pela manhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A integração com o Pocket era a &lt;em&gt;feature&lt;/em&gt; que eu mais estava sentindo falta no Kindle, que não suporta nativamente, assim como ocorre no Kobo. Até o momento este serviço tem me agradado, espero que seja útil para você também.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Labweb360]]></title><description><![CDATA[Projeto de pesquisa e experimentação de vídeo 360º e realidade virtual]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/labweb360/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/labweb360/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 24 Oct 2017 17:50:38 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Durante um workshop sobre vídeo 360º realizado na &lt;a href=&quot;http://conferenciaweb.w3c.br/&quot;&gt;Conferência Web.br 2017&lt;/a&gt; lançamos o projeto &lt;a href=&quot;http://labweb.ceweb.br/360&quot;&gt;Labweb360&lt;/a&gt;: o portal de boas práticas sobre vídeo 360º do &lt;a href=&quot;http://ceweb.br&quot;&gt;Ceweb.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://labweb.ceweb.br/360&quot;&gt;&lt;img src=&quot;/img/labweb360-dhobi-ghat.png&quot; alt=&quot;Imagem do site Labweb360&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenvolvi este projeto em conjunto com meu colega Diogo Cortiz. Como parte das atividades neste trabalho visitamos Mumbai, na Índia e Tóquio, Japão, onde fomos recebidos pelo professor Charith Fernando no laboratório Emboided Media da Keio University.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fim de compreender os aspectos relacionados ao uso de vídeo 360º como uma poderosa ferramenta de &lt;em&gt;storytelling&lt;/em&gt;, gravamos um documentário, conduzido pelo Diogo e baseado na abordagem de documentário observativo, proposta por Bill Nichols. Foi gravado em Mumbai um &lt;a href=&quot;http://labweb.ceweb.br/galeria/dhobi-ghat-undisclosed/&quot;&gt;documentário experimental retratando o dia a dia da comunidade &lt;em&gt;Dhobi Ghat&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; por meio das lentes de uma câmera 360º.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Tóquio, além de gravarmos &lt;a href=&quot;http://labweb.ceweb.br/galeria/the-best-lamem-in-town/&quot;&gt;outros vídeos em 360º&lt;/a&gt;, realizamos experimentos de realidade virtual e “telexistência”, explorando uma tecnologia chamada &lt;em&gt;hapitc feedback&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os vídeos gravados para este projeto estão disponíveis na &lt;a href=&quot;http://labweb.ceweb.br/360/galeria/&quot;&gt;galeria&lt;/a&gt; do Labweb360.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito para agradecer ao &lt;a href=&quot;https://thiago.me/&quot;&gt;Thiago Pontes&lt;/a&gt; pelo auxílio na implementação de player utilizado neste projeto e ao &lt;a href=&quot;http://nic.br/&quot;&gt;NIC.br&lt;/a&gt; que apoiou todas as etapas desta pesquisa.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: Fake News na Web]]></title><description><![CDATA[Rumores, boatos e notícias falsas sempre existiram, mas a distribuição desse tipo de conteúdo foi potencializada com as aplicações que temos na Web, como as próprias redes sociais.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/palestra-fakenews/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/palestra-fakenews/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Fri, 20 Oct 2017 18:53:56 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Palestra que apresentei em encontro interno no &lt;a href=&quot;http://nic.br/&quot;&gt;NIC.br&lt;/a&gt; abordando o tema “Fake News na Web”, mostrando como as notícias falsas e boatos se espalham, quais as medidas estão sendo tomadas e quais alternativas temos para lidar com este problema. Nesta apresentação vemos Fake News também como um problema social e não somente um problema de ordem tecnológica.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 81.5126050420168%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/npHAR1Sq8YugCF&quot; frameborder=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot; allowfullscreen&gt; &lt;/iframe&gt; &lt;div style=&quot;margin-bottom:5px&quot;&gt; &lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari/fake-news-na-web&quot; title=&quot;Fake News na Web&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fake News na Web&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://www.slideshare.net/newtoncalegari&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Newton Calegari&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: Descomplicando Web Semântica]]></title><description><![CDATA[Palestra apresentada no evento Full Stack Experience 2017 mostrando como aplicar Web Semântica de modo pragmático com a utilização de Schema.org e outros vocabulários]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/descomplicando-web-semantica/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/descomplicando-web-semantica/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 17 Jul 2017 16:09:16 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Esta palestra foi realizada no evento &lt;a href=&quot;http://fsxp.org/&quot;&gt;Full Stack Experience 2017&lt;/a&gt;, em São Paulo, onde mostrei como utilizar &lt;strong&gt;Web Semântica&lt;/strong&gt; na rotina de desenvolvimento front-end.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 81.5126050420168%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/q7kMON0S2ANXFK&quot; frameborder=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot; allowfullscreen&gt; &lt;/iframe&gt; &lt;div style=&quot;margin-bottom:5px&quot;&gt; &lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari/descomplicando-web-semantica&quot; title=&quot;Descomplicando Web Sem&amp;#xE2;ntica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Descomplicando Web Sem&amp;#xE2;ntica&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;https://www.slideshare.net/newtoncalegari&quot;&gt;Newton Calegari&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Curso de Web Semântica]]></title><description><![CDATA[Material utilizado no curso de Web Semântica e Processamento de Linguagem Natural]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/curso-web-semantica/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/curso-web-semantica/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Wed, 07 Jun 2017 00:15:40 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Disponibilizo aqui o material apresentado no &lt;a href=&quot;http://www.pucsp.br/pos-graduacao/especializacao-e-mba/web-semantica-e-processamento-de-linguagem-natural-na-pratica&quot;&gt;curso de Web Semântica e Processamento de Linguagem Natural&lt;/a&gt; na PUC-SP. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/curso-web-semantica.png&quot; alt=&quot;Imagem com texto &amp;#x22;Introdução à Web Semântica e Linguagem Natural&amp;#x22;, por Newton Calegari. Brasão da PUC-SP&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 01: Introdução e contexto&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O surgimento da World Wide Web&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A evolução da Web e o desenvolvimento de aplicações&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A proposta da Web Semântica &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula01.pdf&quot;&gt;Aula 01 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 02: Web Semântica&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os fundamentos da Web Semântica&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A pilha tecnológica da Web Semântica&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ontologias e Vocabulários&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estado da arte e exemplos&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula02.pdf&quot;&gt;Aula 02 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 03: Intersecção com Dados Abertos&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conceitos de Dados Abertos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Portais e bases de dados abertos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Atividade com OpenRefine&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula03.pdf&quot;&gt;Aula 03 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 04: RDF, Grafos e SPARQL&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Triplas RDF e Grafos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Linguagens de serialização&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Triple stores (Banco de Dados)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Queries SPARQL&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula04.pdf&quot;&gt;Aula 04 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 05: Descrição de dados e RDFa&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Ontologias e vocabulários&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Especificação RDFa&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aplicação prática de RDFa&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula05.pdf&quot;&gt;Aula 05 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 06: JSON para Linked Data&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;JSON para Linked Data&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Especificação JSON-LD&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aplicando JSON-LD e RDFa&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula06.pdf&quot;&gt;Aula 06 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 07: Processamento de Linguagem Natural&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conceitos&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Casos de uso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Frameworks e aplicações&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula07.pdf&quot;&gt;Aula 07 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 08: Processamento de Linguagem Natural&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Processamento de Linguagem Natural&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Python NLTK Exercícios&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula08.pdf&quot;&gt;Aula 08 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 09: PLN com Google Cloud Platform&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Análise de sentimento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reconhecimento de entidades em texto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Google Cloud NLP API&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula09.pdf&quot;&gt;Aula 09 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aula 10: Revisão Web Semântica e PLN&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Revisão dos conceitos apresentados no curso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Próximos passos e discussões sobre Inteligência Artificial&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://newtoncalegari.com.br/curso-websemantica-pucsp/Aula10.pdf&quot;&gt;Aula 10 - PDF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso tenha alguma dúvida ou sugestão a respeito do material aqui disponibilizado, fique a vontade para me mandar uma mensagem!&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Última atualização: 07/07/2017 às 15h07&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Minha sequência de escolhas]]></title><description><![CDATA[Um pequeno relato descrevendo as escolhas, consciente e inconscientes, que me levaram a trabalhar com o que faço hoje]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/minha-sequencia-de-escolhas/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/minha-sequencia-de-escolhas/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 17 Jan 2017 00:08:27 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/green_light_new_york.jpg&quot; alt=&quot;Foto mostrando semáforo com luz verde, New York, 2015&quot; title=&quot;Sequência de decisões&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sou fascinado por tecnologia e computadores desde a primeira vez que pressionei um botão no teclado e imediatamente vi o símbolo sendo renderizado num monitor de 10kg. Aquilo foi incrível! Foi fantástico poder interagir com uma máquina e perceber uma resposta tão imediata. Não demorou muito tempo após aquele momento para que eu passasse a interagir muito mais, recebendo informações e aprendendo com aquela máquina, e finalmente clicando em um ícone para descobrir o universo de conhecimento que estava disponível naquela tal de Web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais um tempo se passou até que eu comecei a ter mais consciência do que fazia enquanto apertava as teclas e olhava para a tela e, finalmente, aprendi a colocar instruções para dar mais poder para aquela caixa mágica. Isso foi um passo e tanto, pois logo em seguida aprendi um truque novo e pude fazer o mesmo que era feito com as fontes de conhecimento que eu utilizava - aprendi a criar um negócio chamado &lt;em&gt;web site&lt;/em&gt;! Experiência inesquecível aquela em que escrevi um conjunto de linhas que seguia uma estrutura, em seguida abri o arquivo num programa chamado navegador web e, para a minha mais agradável surpresa, lá estava o meu primeiro site utilizando uma tecnologia fantástica chamada HTML, com direito ao uso de hyperlinks! Foi um marco inesquecível! Lembro até hoje as primeiras pinceladas com HTML…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não demorou muito para que eu me familiarizasse com essa dinâmica de encontrar conhecimento nesse universo e adicionar mais informações nesse cosmos digital. Ah, essa tal de &lt;em&gt;World Wide Web&lt;/em&gt; me encantou! E me encantou tanto que a brincadeira de ver todo o fluxo de informação lá disponível acabou me guiando consciente e inconscientemente para as escolhas que fiz mais tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O início se deu com todos os cursos que fiz numa escola de informática, depois com o curso técnico de Sistemas para Internet no qual estudei enquanto quando estava no Ensino Médio.
A escolha por Ciência da Computação como o curso da faculdade acabou reforçando a importância que eu havia dado a essa dinâmica de percorrer os caminhos HTTP em busca de informação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada dia mais encantado com esse universo. Aprendendo mais, divertindo mais, navegando mais. Era tanta informação na WWW que as minhas escolhas levaram-me até uma galáxia nova chamada Web Semântica, onde eu comecei a aprender como organizar o conhecimento disponível no universo web a fim de permitir que as máquinas também consumissem os dados e tornassem as informações mais próximas de nós, humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de muito tempo eu vim a descobrir o motor que me motiva nessa incrível aventura: &lt;strong&gt;é a informação&lt;/strong&gt;.
A vontade de que mais pessoas acessem o universo de informação que é a Web, o gosto por criar novos caminhos e organizar a informação para que as máquinas também aprendam, a felicidade em trabalhar no núcleo desse universo contribuindo para que tudo continue funcionando e crescendo a todo vapor. Essas ações formam a motivação que criei ao longo de toda a minha vida pessoal e profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sequência de escolhas que fiz desde o início, lá do primeiro site na Web, passando pela vontade de aprender e criar aplicações, desenvolver padrões e tecnologias para Web, chegar e mergulhar no mar da Web Semântica, tudo se justifica pela vontade de lidar com a &lt;strong&gt;informação&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;organizar, transmitir, processar, consumir&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha felicidade aumenta ainda mais quando percebo que a jornada percorrida representa apenas uma pequena fração de um caminho longínquo. Fico feliz também quando descubro mais recursos que me ajudem nessa jornada: percebi que além dos dados e números que são utilizado para transmitir informação, há um novo aspecto muito útil nesse processo.
Esse aspecto foi possibilitado pelo incessante avanço tecnológico e que permite colocar as pessoas para vivenciar, presenciar e experimentar novos mundos, esses criados numa realidade formada por bits com características virtuosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi por isso que coloquei mais combustível no meu tanque de motivação e percebi que &lt;strong&gt;a experiência é melhor meio para transmitir e consumir informação&lt;/strong&gt;. Conectar, portanto, pessoas ao universo virtual e fazer com que elas presenciem e experienciem cada momento é o novo combustível que me motiva e acredito que as tecnologias de Realidade Virtual contribuem para tornar essa experiência possível.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: Vídeo na Web - indo além do elemento vídeo]]></title><description><![CDATA[Palestra realizada na BrazilJS 2016, onde apresentei sobre vídeos na Web, mostrando o contexto atual e as abordagens técnicas para publicação e distribuição de vídeo na Web.]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/video-na-web-braziljs/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/video-na-web-braziljs/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Thu, 01 Sep 2016 17:29:16 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Nesta palestra apresentei sobre o contexto dos vídeos na Web, mostrando dados e tendências que confirmam o crescimento de conteúdos em vídeo disponibilizados na Web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em relação aos aspéctos técnicos, mostrei como aplicar a abordagem de &lt;em&gt;adaptative bitrate&lt;/em&gt;, utilizando o padrão &lt;a href=&quot;http://dashif.org/about/&quot;&gt;MPEG-DASH&lt;/a&gt; e a extensão &lt;a href=&quot;https://www.w3.org/TR/media-source/&quot;&gt;Media Source Extensions&lt;/a&gt;, padronizada pelo W3C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vídeo da palestra:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 56.25%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/LAEQp-nPSpo&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen style=&quot; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot;&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Slides da palestra: &lt;/p&gt;
&lt;script async class=&quot;speakerdeck-embed&quot; data-id=&quot;3fcfea035ca244c397a95ed47a669994&quot; data-ratio=&quot;1.77777777777778&quot; src=&quot;//speakerdeck.com/assets/embed.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Atualização dia 19/09/2016: adicionando o vídeo da palestra.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: A Semântica na Web e os dados estruturados no Google]]></title><description><![CDATA[Palestra realizada no FrontInBH 2016, onde apresentei sobre os fundamentos de Web Semântica e os primeiros passos para aplicar na rotina de desenvolvimento]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/dados-estruturados-na-web-frontinbh2016/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/dados-estruturados-na-web-frontinbh2016/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 15 Aug 2016 21:15:12 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Palestra sobre Web Semântica voltada para desenvolvedores realizada no &lt;a href=&quot;http://frontinbh.com.br/&quot;&gt;FrontInBH 2016&lt;/a&gt;, na qual apresento sobre a evolução da Web (Web de Documentos para Web de Dados), as aplicações e usos práticos de semântica na Web. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresento também sobre RDFa, JSON-LD e Schema.org, mostrando exemplos de como o Google utiliza Web Semântica para melhorar seus produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vídeo da palestra:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 56.25%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/e8F_0YH5Ci8&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen style=&quot; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot;&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Slides:&lt;/p&gt;
&lt;script async class=&quot;speakerdeck-embed&quot; data-id=&quot;6a0146cec9d54383abb3f8ed28ed926f&quot; data-ratio=&quot;1.77777777777778&quot; src=&quot;//speakerdeck.com/assets/embed.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Atualização dia 19/09/2016: adicionando o vídeo da palestra.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Mestrado: anotações semânticas na Web]]></title><description><![CDATA[Pesquisa de mestrado sobre Web Semânticas e a abordagem de anotações semânticas para publicação de dados estruturados na Web]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/mestrado-anotacoes-semanticas-web/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/mestrado-anotacoes-semanticas-web/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 15 Aug 2016 17:49:41 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Durante o mestrado em Tecnologias de Inteligência e Design Digital (TIDD), da PUC-SP, eu pesquisei sobre anotações semânticas na Web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha dissertação eu apresentei os fundamentos teóricos de Web Semântica, os conceitos sobre Ontologias e Vocabulários, o estado da arte com as aplicações que utilizam conceitos e tecnologias relacionados à Web Semântica, e por fim a proposta de uma ferramenta de anotações semânticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumo da dissertação:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;A proposta apresentada nesta pesquisa busca aproximar as tecnologias de Web Semântica dos usuários publicadores de conteúdo na Web, permitindo que estes contribuam com a geração de dados estruturados e metadados sobre textos e informações que venham a disponibilizar na Web.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O objetivo geral deste trabalho é investigar a viabilidade técnica de desenvolvimento de uma ferramenta de anotação semântica que permita aos usuários publicadores de conteúdo contribuir para o ecossistema de Web Semântica.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Com suporte de (BERNERS-LEE et al., 2001; ALESSO; SMITH, 2006; RODRÍGUEZ-ROCHA et al., 2015; GUIZZARDI, 2005; ISOTANI; BITTENCOURT, 2015) é apresentado o tópico de Web Semântica, de acordo com a pilha tecnológica que mostra o conjunto de tecnologias propostas para a sua realização. Considerando a importância de ontologias e vocabulários para a construção de aplicações de Web Semântica são apresentados, então, os tópicos fundamentais de modelagem conceitual e a linguagem de ontologias para Web.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Para fornecer a base necessária para a utilização de anotações semânticas são apresentados, além da definição, os modos de uso de anotações (manual, semi-automático e automático) e as formas de integrar essas anotações com recursos disponíveis nas tecnologias da Web Semântica. O estado da arte contempla trabalhos e projetos recentes sobre o uso de Web Semântica, no contexto de publicação de conteúdo na Web.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O estado da arte contempla trabalhos e projetos recentes sobre o uso de Web Semântica no contexto de publicação de conteúdo na Web. A metodologia é baseada na proposta apresentada por SANTAELLA; VIEIRA (2008), seguindo uma abordagem exploratória para a condução da pesquisa. São apresentados a proposta e os componentes de uma ferramenta de anotação Semântica que utiliza vocabulários compartilhados para a geração de dados estruturados, a partir de conteúdo textual.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Concluindo o trabalho, são apresentadas as possibilidades futuras, tanto da implementação da ferramenta em um cenário real, atestando sua viabilidade técnica, quanto novos trabalhos encaminhados a partir desta pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Compartilho aqui &lt;a href=&quot;/CALEGARI-2016-mestrado.pdf&quot;&gt;dissertação completa em PDF&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: Desafios e boas práticas para publicação de dados na Web]]></title><description><![CDATA[Apresentação sobre os desafios e as boas práticas para publicação de dados na Web realizada no Conip 2016]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/boas-praticas-dwbp-conip/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/boas-praticas-dwbp-conip/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 06 Jun 2016 13:15:00 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Palestra realizada no evento Conip 2016, em São Paulo, no dia 06 de Junho de 2016, apresentando os desafios para publicação de dados listados no documento &lt;a href=&quot;http://w3.org/TR/dwbp/&quot;&gt;Data on the Web Best Practices&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 82.35294117647058%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/8q3nOObDakSuEX&quot; frameborder=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot; allowfullscreen&gt; &lt;/iframe&gt; &lt;div style=&quot;margin-bottom:5px&quot;&gt; &lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari/boas-prticas-para-publicao-de-dados-na-web&quot; title=&quot;Boas pr&amp;#xE1;ticas para publica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o de dados na Web&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Boas pr&amp;#xE1;ticas para publica&amp;#xE7;&amp;#xE3;o de dados na Web&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Newton Calegari&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: O histórico das CSS]]></title><description><![CDATA[Apresentação realizada no evento CSSDay 2016 em Maceió, AL]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/historico-das-css/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/historico-das-css/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Sat, 07 May 2016 22:00:00 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Slides da palestra “O histórico das CSS” realizada no &lt;a href=&quot;http://cssday.com.br/&quot;&gt;CSSDay&lt;/a&gt;, dia 07 de Maio de 2016, em Maceió, AL.&lt;/p&gt;
&lt;script async class=&quot;speakerdeck-embed&quot; data-id=&quot;5dce36a622b44071ab9dac5aa3d16ac2&quot; data-ratio=&quot;1.77777777777778&quot; src=&quot;//speakerdeck.com/assets/embed.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Por onde começar a estudar Web Semântica]]></title><description><![CDATA[Links e recursos para estudar Web Semântica]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/por-onde-comecar-estudar-web-semantica/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/por-onde-comecar-estudar-web-semantica/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 08 Dec 2015 13:06:37 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;https://twitter.com/ivomarsan/status/671483973130915840&quot;&gt;@ivomarsan&lt;/a&gt; me perguntou
sobre algumas recomendações e conteúdo para estudar Web Semântica.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote class=&quot;twitter-tweet&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;p lang=&quot;pt&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://twitter.com/newtoncalegari&quot;&gt;@newtoncalegari&lt;/a&gt; Recomendaria estudar apenas pela documentação ou existe outro manual legal?&lt;/p&gt;&amp;mdash; Ivomar (@ivomarsan) &lt;a href=&quot;https://twitter.com/ivomarsan/status/671483973130915840&quot;&gt;1 dezembro 2015&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;script async src=&quot;//platform.twitter.com/widgets.js&quot; charset=&quot;utf-8&quot;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Como 140 caracteres não seriam suficientes para responder, publiquei um post no site
do &lt;a href=&quot;http://www.ceweb.br/noticia/notas/web-semantica-para-desenvolvedores-por-onde-comecar/&quot;&gt;Centro Web&lt;/a&gt;
indicando alguns recursos úteis, como o livro de &lt;a href=&quot;http://www.ceweb.br/publicacao/livro-dados-abertos/&quot;&gt;Dados Abertos Conectados&lt;/a&gt;,
para quem está interessado em aprender mais sobre o assunto.&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Web Semântica no Rock and Code 2015]]></title><description><![CDATA[Na palestra "Web Semântica para desenvolvedores" apresentei sobre RDFa, JSON-LD e Schema.org #RockAndCode]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/web-semantica-no-rock-and-code-2015/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/web-semantica-no-rock-and-code-2015/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 01 Dec 2015 12:16:19 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;No último final de semana (28/11/2015) aconteceu o &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/frontinaracaju/&quot;&gt;Rock and Code 2015&lt;/a&gt; em Aracaju, SE - nos mesmos moldes do &lt;a href=&quot;http://frontinaracaju.com.br&quot;&gt;FrontInAracaju&lt;/a&gt; - organizado pelo &lt;a href=&quot;http://twitter.com/italowaxman&quot;&gt;Italo&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href=&quot;http://twitter.com/cezinhajc&quot;&gt;Julio&lt;/a&gt;. Que evento show!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como na edição passada, também tivemos a banda e o &lt;a href=&quot;http://twitter.com/juarezpaf&quot;&gt;Juarez Filho&lt;/a&gt; cuidando da apresentação dos palestrantes no estilo talk-show.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/rockandcode-2015.jpg&quot; alt=&quot;Foto da galera do Rock and Code 2015&quot;&gt;
(Foto &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/frontinaracaju/photos/a.585604621450540.1073741828.584760704868265/1135231339821196&quot;&gt;disponível&lt;/a&gt; na página do &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/frontinaracaju/&quot;&gt;FrontInAracaju&lt;/a&gt; no facebook)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação era ótima, muitas palestrantes de qualidade, como o &lt;a href=&quot;http://maujor.com&quot;&gt;Maujor&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://cironunes.com&quot;&gt;Ciro Nunes&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://guilhermefarias.com/&quot;&gt;Gui Farias&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://twitter.com/deividmarques&quot;&gt;Devid Marques&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://andregarzia.com/&quot;&gt;André Garzia&lt;/a&gt; (o cara que sabe tudo sobre scripts, sejam eles para filmes ou então em Javascript :-) ), &lt;a href=&quot;https://twitter.com/bernarddeluna&quot;&gt;Bernard de Luna&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://twitter.com/keppelen&quot;&gt;Giovanni Keppelen&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://jaydson.org/&quot;&gt;Jaydson Gomes&lt;/a&gt;, entre outros. Infelizmente não consegui assistir todas as palestras, mas pelo que &lt;a href=&quot;https://twitter.com/search?q=%23RockAndCode&quot;&gt;acompanhei&lt;/a&gt;, foram ótimas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento estava muito bom. Concordo com o que o Juarez &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/juarezpaf/posts/10208005490917789&quot;&gt;disse&lt;/a&gt;: “We had a blast!”&lt;/p&gt;
&lt;blockquote class=&quot;instagram-media&quot; data-instgrm-captioned data-instgrm-version=&quot;6&quot; style=&quot; background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);&quot;&gt;&lt;div style=&quot;padding:8px;&quot;&gt; &lt;div style=&quot; background:#F8F8F8; line-height:0; margin-top:40px; padding:50.0% 0; text-align:center; width:100%;&quot;&gt; &lt;div style=&quot; background:url(data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAACwAAAAsCAMAAAApWqozAAAAGFBMVEUiIiI9PT0eHh4gIB4hIBkcHBwcHBwcHBydr+JQAAAACHRSTlMABA4YHyQsM5jtaMwAAADfSURBVDjL7ZVBEgMhCAQBAf//42xcNbpAqakcM0ftUmFAAIBE81IqBJdS3lS6zs3bIpB9WED3YYXFPmHRfT8sgyrCP1x8uEUxLMzNWElFOYCV6mHWWwMzdPEKHlhLw7NWJqkHc4uIZphavDzA2JPzUDsBZziNae2S6owH8xPmX8G7zzgKEOPUoYHvGz1TBCxMkd3kwNVbU0gKHkx+iZILf77IofhrY1nYFnB/lQPb79drWOyJVa/DAvg9B/rLB4cC+Nqgdz/TvBbBnr6GBReqn/nRmDgaQEej7WhonozjF+Y2I/fZou/qAAAAAElFTkSuQmCC); display:block; height:44px; margin:0 auto -44px; position:relative; top:-22px; width:44px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;p style=&quot; margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;https://www.instagram.com/p/-uDDrZHwTm/&quot; style=&quot; color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;É isso que rola no mesmo palco das palestras entre um palestrante e outro no #RockAndCode. Muito foda! Quem ainda não foi, recomendo não perder o próximo! sai da frente @italowaxman kkkkk&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot; color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;&quot;&gt;A video posted by Guilherme Farias (@guiky) on &lt;time style=&quot; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;&quot; datetime=&quot;2015-11-30T18:45:14+00:00&quot;&gt;Nov 30, 2015 at 10:45am PST&lt;/time&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;script async defer src=&quot;//platform.instagram.com/en_US/embeds.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;
&lt;p&gt;Foi uma oportunidade incrível para conhecer muita gente, conversar bastante e voltar para casa com ideias e projetos a serem desenvolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha apresentação busquei mostrar os tópicos iniciais para que desenvolvedores web passem a publicar dados estruturados na Web, para formar a &lt;a href=&quot;http://www.w3.org/2013/data/&quot;&gt;Web de Dados&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mostrei alguns exemplos de uso dos vocabulários do &lt;a href=&quot;http://schema.org&quot;&gt;Schema.org&lt;/a&gt; pelo Google, como o &lt;a href=&quot;https://developers.google.com/structured-data/rich-snippets/&quot;&gt;Google Rich Snippets&lt;/a&gt;, além de apresentar as especificações &lt;a href=&quot;http://www.w3.org/TR/rdfa-lite/&quot;&gt;RDFa&lt;/a&gt; e JSON-LD(&lt;a href=&quot;http://www.w3.org/TR/json-ld/&quot;&gt;http://www.w3.org/TR/json-ld/&lt;/a&gt;). Coloquei abaixo os &lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/newtoncalegari/web-semntica-para-desenvolvedores-rdfa-jsonld-e-schemaorg&quot;&gt;slides da palestra&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 81.5126050420168%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/t0AOo1s1BgQlYw&quot; frameborder=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot; allowfullscreen&gt; &lt;/iframe&gt; &lt;div style=&quot;margin-bottom:5px&quot;&gt; &lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari/web-semntica-para-desenvolvedores-rdfa-jsonld-e-schemaorg&quot; title=&quot;Web Sem&amp;#xE2;ntica para desenvolvedores: RDFa, JSON-LD e schema.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Web Sem&amp;#xE2;ntica para desenvolvedores: RDFa, JSON-LD e schema.org&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Newton Calegari&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Mais uma vez, parabéns a todos os envolvidos!&lt;/p&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Palestra: Web Semântica para desenvolvedores]]></title><description><![CDATA[Palestra no evento Rock and Code, realizado em Aracajú em Novembro de 2015]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/talk/web-semantica-para-desenvolvedores-frontinaracaju/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/talk/web-semantica-para-desenvolvedores-frontinaracaju/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Mon, 30 Nov 2015 14:00:00 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;p&gt;Nesta palestra apresentei os conceitos inciais de Web Semântica bem como as dicas para utilização de &lt;a href=&quot;http://rdfa.info/&quot;&gt;RDFa&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://json-ld.org&quot;&gt;JSON-LD&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://schema.org/&quot;&gt;Schema.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gatsby-resp-iframe-wrapper&quot; style=&quot;padding-bottom: 82.35294117647058%; position: relative; height: 0; overflow: hidden; margin-bottom: 1.0725rem&quot; &gt; &lt;iframe src=&quot;//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/t0AOo1s1BgQlYw&quot; frameborder=&quot;0&quot; marginwidth=&quot;0&quot; marginheight=&quot;0&quot; scrolling=&quot;no&quot; style=&quot;border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%; position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; &quot; allowfullscreen&gt; &lt;/iframe&gt; &lt;div style=&quot;margin-bottom:5px&quot;&gt; &lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari/web-semntica-para-desenvolvedores-rdfa-jsonld-e-schemaorg&quot; title=&quot;Web Sem&amp;#xE2;ntica para desenvolvedores: RDFa, JSON-LD e schema.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Web Sem&amp;#xE2;ntica para desenvolvedores: RDFa, JSON-LD e schema.org&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt; from &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;//www.slideshare.net/newtoncalegari&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Newton Calegari&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;</content:encoded></item><item><title><![CDATA[Participação no CBIE/LACLO e WebMedia 2015]]></title><description><![CDATA[Relato da minha participação nos eventos CBIE/LACLO e WebMedia 2015]]></description><link>https://newtoncalegari.com.br/post/relato-cbie-laclo-e-webmedia2015/</link><guid isPermaLink="false">https://newtoncalegari.com.br/post/relato-cbie-laclo-e-webmedia2015/</guid><dc:creator><![CDATA[Newton Calegari]]></dc:creator><pubDate>Tue, 24 Nov 2015 01:57:50 GMT</pubDate><content:encoded>&lt;h1&gt;Participação nos eventos CBIE/LACLO e WebMedia 2015&lt;/h1&gt;
&lt;p&gt;A última semana de Outubro foi, sem dúvida, muito interessante, porém um pouco agitada.
No início da semana fui para Maceió, AL, para participar do &lt;a href=&quot;http://ic.ufal.br/evento/cbie_laclo2015/&quot; title=&quot;CBIE/LACLO 2015&quot;&gt;CBIE/LACLO&lt;/a&gt; (IV Congresso Brasileiro de Informática na Educação e X Conferência Latino-Americana de Objetos e Tecnologias de Aprendizagem), um evento gigantesco com diversas trilhas simultâneas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do CBIE/LACLO que ocorreu entre os dias 26 e 30 de Outubro, aconteceu em Manaus, capital do estado do Amazonas, o 21º Simpósio Brasileiro de Multimídia e Web (&lt;a href=&quot;http://webmedia.icomp.ufam.edu.br/&quot; title=&quot;WebMedia 2015&quot;&gt;WebMedia 2015&lt;/a&gt;), no período de 27 a 30 de Outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo fato de os dois eventos estarem acontecendo simultaneamente nas regiões
norte e nordeste, participei em parte do CBIE/LACLO em Maceió e depois viajei
para Manaus para participar também no WebMedia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha apresentação no CBIE/LACLO ocorreu numa trilha dedicada à Web Semântica, durante o &lt;a href=&quot;http://www.ccead.puc-rio.br/wswed2015/&quot; title=&quot;Seventh Brazilian Workshop on Semantic Web and Education&quot;&gt;WSWEd’15&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nela apresentei sobre as iniciativas do &lt;a href=&quot;http://ceweb.br&quot;&gt;Ceweb.br&lt;/a&gt; (Centro de Estudos sobre Tecnologias Web, do NIC.br) voltadas para Dados Abertos e Web Semântica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na terça-feira, dia 27, participei do curso de &lt;strong&gt;Dados Abertos Conectados&lt;/strong&gt; ministrado pelo Armando Barbosa e pelo Judson Bandeira, ambos do NEES/UFAL. O workshop foi dividido em duas partes, na primeira apresentaram sobre os conceitos e teorias relacionadas à Linked Open Data, já a segunda parte teve uma abordagem prática, escrevendo queries SPARQL e testando as consultas, além de utilizar o Open Refine para tratar os dados antes de disponibilizá-los no Virtuoso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/workshop_lod.jpg&quot; alt=&quot;Ao final do curso de Dados Abertos Conectados&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A organização preparou o terceiro dia do evento na Praia de Ipioca, no restaurante Hibiscus. Lugar muito bonito, onde tivemos as sessões de premiação dos melhores trabalhos e do concurso &lt;a href=&quot;http://ic.ufal.br/evento/cbie_laclo2015/eventos#Apps-Edu&quot;&gt;Apps.Edu&lt;/a&gt;, além de um painel do IETF abordando o tópico Informática na Educação, com a participação do &lt;a href=&quot;http://twiter.com/juliaobraga&quot;&gt;Julião Braga&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://inf.ufrgs.br/~granville/&quot;&gt;Lisandro Granville&lt;/a&gt;, vice-presidente da SBC e atual conselheiro do &lt;a href=&quot;http://cgi.br&quot;&gt;CGI.br&lt;/a&gt;, e dos professores Rafael de Amorim e Ig Ibert Bittencout, da UFAL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/cbie-praia-hibiscus-maceio.jpg&quot; alt=&quot;Restaurante Hibiscus na Praia de Ipioca em Maceió, AL&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia seguinte cheguei em Manaus, AM, para participar do WebMedia’15. Minha primeira participação no WebMedia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha palestra no WebMedia abordei o tópico de descentralização da Web, assunto que foi o tema principal da &lt;a href=&quot;http://conferenciaweb.w3c.br/&quot;&gt;Conferência Web 2015&lt;/a&gt;, com uma &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=BPZiBDPKiGk&amp;#x26;index=2&amp;#x26;list=PLQq8-9yVHyOaHUE6t3x89xRO4-tPR1n2L&quot;&gt;apresentação realizada&lt;/a&gt; pelo &lt;a href=&quot;https://twitter.com/therealdeiu&quot;&gt;Andrei Sambra&lt;/a&gt;, do W3C/MIT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/img/webmedia2015-newton.jpg&quot; alt=&quot;Newton Calegari na apresentação sobre Web Descentralizada no WebMedia 2015 em Manaus, AM&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A experiência participando desses dois eventos foi muito boa, pretendo participar novamente em outras oportunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os slides das palestras sobre as &lt;strong&gt;iniciativas do Ceweb relacionadas com Dados Abertos e Web Semântica&lt;/strong&gt; e sobre &lt;strong&gt;Descentralização da Web&lt;/strong&gt; estão disponíveis no &lt;a href=&quot;http://slideshare.com/ceweb&quot;&gt;Slideshare do Ceweb.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</content:encoded></item></channel></rss>